Magnata sul-coreano é condenado à prisão por bater em garçons
da Efe, em Seul
Um tribunal sul-coreano condenou nesta segunda-feira a um ano e meio de prisão o presidente do grupo Hanwha, Kim Seung-youn, por agredir vários garçons em represália à surra que tinham dado em seu filho.
Na sentença, o juiz Kim Chul-hwan considerou "ato grave" o fato de ele não haver recorrido à lei em vez de fazer justiça com as próprias mãos, quando seu filho foi agredido em uma casa noturna de Seul.
O juiz observou, além disso, que o magnata utilizou a influência de sua posição como presidente de um dos maiores conglomerados empresariais sul-coreanos para resolver um assunto pessoal.
Kim é um dos homens mais ricos da Coréia do Sul e foi condenado por ter mobilizado seus guarda-costas e mafiosos para agredir empregados de um bar, utilizando armas brancas.

