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29/08/2007 - 17h42

"Diana tinha beleza, bondade e elegância", disse fotógrafo

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da Folha Online

Em 31 de agosto completam-se dez anos da morte da princesa Diana, em um acidente de carro na ponte D' Alma, em Paris. Veja o que personalidades de todo o mundo disseram sobre a princesa Diana:

Stephen Frears, 28 de agosto de 2006
O cineasta britânico, diretor do filme "A Rainha", que retrata os dias da família real após a morte da princesa Diana, afirmou que "a princesa Diana foi sacrificada primitivamente em seu bárbaro e horrendo casamento com Charles".

Johnny Rotten, 20 de fevereiro de 2006
O vocalista da banda britânica punk Sex Pistols, também chamado de John Lydon, classificou Diana como "prostituta ciumenta".

Denis Paquin/AP
"Diana tinha beleza, bondade e elegância", disse Mario Testino
"Diana tinha beleza, bondade e elegância", disse Mario Testino

Boneca Diana, 01 de fevereiro de 2006
A boneca da princesa Diana produzida pela Time Capsule Toys e vendida nos Estados Unidos fala frases como "Estou aqui sentada e triste" e "Gostaria de ser a rainha dos corações das pessoas".

Nelson Mandela, 01 de setembro de 1997 e 02 de novembro de 2002
O ex-presidente sul-africano afirmou após a morte de Diana: "Tive a honra de encontrá-la alguns anos atrás e fiquei tremendamente impressionado". Em 2002, ele disse: "Quando ela acariciava alguém com hanseníase ou sentava ao lado da cama de um homem com Aids para segurar sua mão, ela transformava as atitudes públicas".

Mario Testino, 22 de novembro de 2005
O fotógrafo peruano de moda e um dos mais badalados da atualidade afirmou que "algumas pessoas são simplesmente mágicas. Diana tinha beleza, bondade e elegância. Foi essa combinação que a tornou um mito".

Geoffrey Bignell, 25 de julho de 2004
O ex-assessor financeiro do príncipe Charles disse, segundo o jornal britânico "Sunday Telegraph", que "a princesa Diana levou cada centavo que ele [Charles] tinha. Todos os investimentos dele foram liquidados, e ela recebeu tudo em dinheiro"

Príncipe Harry, 14 de setembro de 2002
Em sua primeira entrevista, concedida à agência de notícias britânica Press Association, o filho mais novo do príncipe Charles e da princesa Diana disse que queria "continuar com o que ela [Diana] não acabou. Sempre quis, mas era muito jovem". Ele também afirmou estar muito "orgulhoso da forma como [Diana] se aproximava das pessoas e se envolvia com organizações e obras de caridade às quais todos os outros tinham medo de se verem associados, como as minas terrestres no terceiro mundo ou a Aids". Segundo Harry, "ela tinha mais coragem que todo mundo".

Vivienne Parry, 31 de julho de 2002
"Ela [Diana] é a britânica mais conhecida dos últimos 25 anos, e lembraremos dela com uma poça [de lágrimas]", disse a amiga da princesa Diana.

Jacques Demarthon/AFP
Diana tinha "mais coragem que todo mundo", diz príncipe Harry
Diana tinha "mais coragem que todo mundo", diz príncipe Harry

David Cannadine, 10 de abril de 2002
"Com ela, estamos enterrando o Império Britânico que ainda existe em nossas mentes", afirmou o sociólogo e diretor do Instituto de Pesquisa Histórica da Universidade de Londres.

Patrick Jephson, 25 de setembro de 2000
O irlandês ex-assessor da princesa Diana, segundo o jornal inglês "Sunday Times", classificou a princesa como "cândida, líder por natureza e muito auto-disciplinada".

Victor Cunha Rego (1933-2000), 23 de janeiro de 2000
Em sua coluna "Os Dias de Amanhã", publicada no "Diário de Notícias", de Lisboa, o jornalista português escreveu: "Morreu Lady Di. O 'mundo', tão amante, como ela, dos pobrezinhos, mas sempre agarrado às fortunas dos Al-Fayed, desfez-se em homenagens à princesa que combateu, com sucesso, a realeza em nome do jet set e morreu às mãos de um motorista ébrio".

Carlos Heitor Cony, 02 de fevereiro de 1999
O colunista e membro do Conselho Editorial da Folha escreveu: "Não a achava [Diana] tão bela assim e, em matéria de classe, foi uma pioneira do que hoje se classifica de emergente". Segundo Cony, "ela amava a mídia. Sua vida foi uma notícia. Sua morte, uma manchete".

Jacqueline Arzt/AP
"Ela era a heroína clássica das tragédias", diz professor
"Ela era a heroína clássica das tragédias", diz professor

Aaron Frankel, 19 de setembro de 1997
"Ela é a heroína clássica das tragédias", afirmou o diretor e professor de dramaturgia disse, segundo o jornal "The New York Post", quando perguntado sobre a corrida de produtores e diretores de teatro nos EUA para preparar um musical sobre a princesa Diana.

Tony Blair, 01 de setembro de 1997
"Eles a amavam e a tinham como uma pessoa do povo. Ela era a princesa do povo e é como ela será lembrada, nos nossos corações e na nossa memória para sempre", disse o então primeiro-ministro britânico Tony Blair (1997-2007). "Nós somos hoje uma nação em estado de choque, numa tristeza que é profundamente dolorosa para nós", afirmou Blair logo após a morte da princesa.

Margaret Thatcher, 01 de setembro de 1997
"Com a morte trágica da princesa, apagou-se uma luz", disse a ex-primeira-ministra britânica (1979-1990), membro do Partido Conservador.

Bill Clinton, 01 de setembro de 1997
"Eu a considerava muito agradável, inteligente e leal a causas valiosas. Gostávamos muito dela e admirávamos seu trabalho", afirmou o então presidente dos EUA, Bill Clinton (1993-2001), ao enviar as condolências do povo americano à população do Reino Unido.

Boris Ieltsin, 01 de setembro de 1997
"O presidente da Rússia Boris Ieltsin está profundamente chocado com as notícias de Paris e com a trágica perda da princesa Diana", afirmou um comunicado oficial divulgado pelo governo russo. "Ela era bem conhecida e amada pelo povo russo. Todos conhecem a grande contribuição da princesa Diana para o trabalho de caridade e não apenas no Reino Unido", disse a declaração em nome do então presidente da Rússia, Boris Ieltsin (1991-1999), morto em abril de 2007.

John Howard, 01 de setembro de 1997
"Em nome do governo e da população australiana, quero demonstrar a mais profunda simpatia, particularmente aos seus dois jovens filhos que sofreram o trauma de um casamento desfeito e agora perderam a mãe na idade precoce de 36 anos", afirmou Howard, premiê australiano dede 1996.

Jacques Chirac, 01 de setembro de 1997
"Foi com tremenda emoção que eu soube da perda brutal de Lady Di. Ela era uma jovem do nosso tempo, entusiasmada, cheia de vida e de generosidade. Sua morte trágica será profundamente sentida porque ela era uma figura familiar para todos", disse o então presidente francês, Jacques Chirac (1995-2007).

Com Efe, Ansa, Reuters e France Presse

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