Mundo
21/08/2007 - 11h09

Príncipes encomendam orações no 10º aniversário da morte de Diana

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da Efe, em Londres

Os príncipes William e Harry, filhos da princesa Diana de Gales, encomendaram a composição de duas orações especiais para lembrar o 10º aniversário da morte de sua mãe, publica nesta terça-feira o jornal britânico "The Daily Telegraph".

O encarregado de criar as orações foi o arcebispo de Canterbury e primaz da Igreja da Inglaterra, Rowan Williams. Ele foi escolhido pelos jovens príncipes devido à carinhosa homenagem que prestou a Diana após a sua morte.

arquivo/AP
Príncipes encomendam oração para marcar dez anos da morte de Diana
Príncipes encomendam oração para marcar dez anos da morte de Diana

As orações, que falam da "vulnerabilidade" da princesa e da sua "vontade de chegar aos excluídos", serão lidas em uma cerimônia religiosa em Londres, dia 31 de agosto, quando se completam 10 anos da morte de Lady Di.

O local será a Guards Chapel (capela da Guarda Real), no parque de Saint James, perto do palácio de Buckingham, residência oficial da rainha Elizabeth 2ª.

William, 25, e Harry, 22, deverão participar do serviço religioso. A rainha Elizabeth 2ª também deve ir ao ato, assim como o príncipe Charles, herdeiro ao trono, com a sua segunda mulher, Camilla, que Lady Di responsabilizava pelo fim de seu casamento.

A idéia de que Camilla esteja presente irrita os saudosistas de Diana. Eles consideram a presença da duquesa da Cornualha um insulto à memória da princesa.

Segundo o "Telegraph", Camilla também acha "terrível" a idéia de ir à cerimônia. Mas Charles parece insistir em ter a mulher ao seu lado, para mostrar publicamente a unidade da Família Real.

Diana, 36, morreu ao lado do namorado, Dodi al Fayed, 42, e o motorista Henri Paul, quando seu carro bateu numa coluna de um túnel em Paris, quando o casal era perseguido por vários "paparazzi".

Em janeiro deste ano, o Reino Unido abriu uma investigação para esclarecer as circunstâncias da morte. A polícia britânica apresentou em dezembro de 2006 um relatório concluindo que foi um "trágico acidente", negando a teoria da conspiração defendida pelo milionário egípcio Mohamed al Fayed, pai de Dodi.

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