Mundo
01/09/2007 - 08h54

"Ela foi nossa guardiã", diz príncipe Harry em ato para Lady Di

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da Folha de S.Paulo

Dez anos depois que o carro que levava a princesa Diana bateu em um túnel na ponte d'Alma, em Paris, o acidente que roubou o mundo de uma de suas principais celebridades foi lembrado ontem com lágrimas e brilho em uma missa planejada pelos príncipes Harry e William na capela do palácio de Buckingham, em Londres. Entre os mais de 500 presentes, destacavam-se membros da família real e amigos famosos da princesa, como os cantores Elton John e Bryan Adams e o fotógrafo Mario Testino.

Leon Neal/AFP
Príncipe Charles, e seus dois filhos Harry e William homenagearam a princesa Diana
Príncipe Charles, e seus dois filhos Harry e William homenagearam a princesa Diana

"Ela foi nossa guardiã, amiga e protetora. Por trás das atenções da mídia, para nós, duas crianças amorosas, ela era simplesmente a melhor mãe do mundo", afirmou Harry, 22, ao lado de seu irmão, William, 25.

O caçula de Diana leu o salmo 23 da Bíblia na missa, assistida pelos príncipes Charles e Philip, a rainha Elizabeth 2ª, o atual premiê britânico, Gordon Brown, e os ex-premiês Tony Blair e John Major.

Centenas de pessoas prestaram suas homenagens do lado de fora da capela. Nos portões do palácio de Kensington, onde Diana viveu seus últimos anos, foram deixadas flores, fotografias e mensagens.

"William e eu podemos separar nossas vidas em duas partes. Há aqueles anos quando fomos abençoados com a presença de nossa mãe e de nosso pai. E há os dez anos desde a morte dela", disse Harry, para quem a perda foi "indescritivelmente chocante e triste".

Camilla Parker Bowles, atual mulher de Charles, e Mohammed al Fayed, pai do namorado de Diana, Dodi al Fayed --que também morreu no acidente-- foram ausências sentidas.

Camilla --amante de Charles enquanto ele ainda era casado com Diana-- desistiu de ir devido à pressão pública; Al Fayed, que acusou a família real de um complô para matar Dodi e Diana, não foi convidado. Na loja Harrods, de Al Fayed, dois minutos de silêncio às 11h (7h de Brasília) lembraram a data.

p(tagline)Com Reuters e "The Guardian"

 

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