Grupo recomenda que Exército iraquiano comande mais missões
da Associated Press, em Washington
Um grupo formado por militares da reserva e policiais recomendou nesta quinta-feira à Comissão de Serviços Bélicos do Senado que os Estados Unidos reduzam sua presença no Iraque para lutar contra a imagem de que é uma "força invasora" no país.
As sugestões incluem reduzir o número de soldados americanos no Iraque a permitir às forças iraquianas agir em mais missões de combate no início do próximo ano.
"A marca da força deve se ajustar à nossa visão de representar uma expedição de capacitação para combater a imagem atual de uma força permanente", afirmou James Jones, general da reserva da Marinha.
"Isto fará uma eventual partida muito mais fácil", disse Jones. A prontidão das forças de segurança do Iraque serão um elemento importante no debate do Congresso sobre a guerra.
O relatório é um dos diversos estudos que o Congresso encomendou no último maio, quando aprovou verbas para a guerra para mais meses, mas a Casa pediu que a administração Bush e outros grupos informassem sobre os progressos na guerra de quatro anos.
Jones também afirmou que as forças de segurança do Iraque não devem conseguir assumir o controle de seu país nos próximos 18 meses. Os iraquianos deveriam conquistar um papel mais ativo com a logística e treinamento contínuo dos Estados Unidos.
O militar da reserva também afirmou que pessoalmente não apóia um prazo para a retirada das tropas, uma proposta apoiada pela maioria dos democratas.
"Eu acho que um prazo desta magnitude estaria contra nosso interesse nacional", afirmou Jones.
Jones descreve no relato a força policial do Iraque como frágil, mais do que o Exército. Segundo ele, a polícia possui deficiências de equipamento e membros de grupos sectários e rebeldes infiltrados. ALém disso, a polícia é controlada pelo Ministério do Interior, que o americano descreve como "um ministério apenas no nome que é largamente visto como não funcional, sectário e sofre de liderança ineficaz".
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