Pré-candidato republicano quer proibir presidente do Irã na ONU
da France Presse, em Washington
Mitt Romney, 60, pré-candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, afirmou nesta segunda-feira que o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, deveria ser proibido de participar na Assembléia Geral das Nações Unidas na semana que vem e o acusou de genocídio.
O ex-governador de Massachusetts pediu ao secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que retire o convite ao presidente iraniano para participar na Assembléia Geral da organização e disse que o governo americano deveria reconsiderar seu apoio financeiro à organização internacional se Ki-moon não fizer isso.
"Eu peço à ONU para anular qualquer convite ao presidente Ahmadinejad em relação à Assembléia Geral", afirmou o candidato em uma carta. Se o presidente iraniano "colocar o pé em solo americano, ele deverá ser indiciado pelas regras da Convenção de Genebra por genocídio", disse Romney.
"Os Estados Unidos e o mundo devem adotar uma posição forte contra o regime terrorista iraniano e o momento de agir é agora", disse o republicano.
Se a ONU não reagir às ameaças do Irã, disse Romney, "os Estados Unidos devem reconsiderar seu nível de financiamento às Nações Unidas no momento em que nós queremos reconstruir e revitalizar as alianças internacionais para fazer frente às ameaças do século 21".
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