Paparazzi se negam a depor na investigação da morte de Diana
da Efe, em Londres
Autoridades francesas se negaram a obrigar os fotógrafos paparazzi que perseguiram o Mercedes no qual morreu a princesa Diana, em 31 de agosto de 1997, a prestar depoimento sobre o caso, confirmou nesta terça-feira o juiz britânico Scott Baker.
O juiz se disse "decepcionado" com a recusa. "Asseguraram-me que as autoridades francesas continuam comprometidas em sua política de cooperação e transparência", disse.
Em comunicado emitido hoje, o juiz disse que compreende que as autoridades francesas tinham duas razões pelas quais se negavam a forçar o depoimento.
A primeira delas é que os paparazzi alegam que já testemunharam durante a investigação francesa e que, por isso, não têm nada mais a dizer. O segundo motivo é o argumento das autoridades francesas de que "empregar a força para obrigar as testemunhas a depor poderia prejudicar as relações entre a imprensa, o governo e o público em geral".
Antes, o juiz acusara as autoridades francesas de tomar uma decisão "política" ao não obrigar os paparazzi a depor.
A maior parte dos fotógrafos parou de cooperar depois que o motorista Stéphane Darmon, que pilotava a moto do fotógrafo Romuald Rat, foi submetido a um novo interrogatório exaustivo e supostamente agressivo em uma audiência em Londres em outubro.
Michael Mansfield, advogado do empresário Mohamed al Fayed --pai do namorado de Diana, Dodi-- pediu ao ministro da Justiça, Jack Straw, que interviesse após a recusa francesa.
Fayed diz continuar convencido de que seu filho e Lady Di foram vítimas de uma conspiração de primeiro escalão, com a participação do marido da rainha Elizabeth 2ª, o duque de Edimburgo, para impedir que Dodi e a princesa se casassem. Duas investigações policiais prévias --uma na França e outra no Reino Unido-- concluíram que a morte foi um acidente.
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Especial



Um britanico real casando com um arabe leal, alguma duvida na conspiracao ? Dodi ta certo.
Pena que a mesma policia que produz as provas contra a Scotland Yard, e' a mesma que matou Diana. Vophe apha mechmo ?
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Qual a real utilidade para os leitores toda essa "cobertura" do processo que investiga a morte da princesa Dayana?
Na minha opinião nenhuma. A mulher morreu. Azar o dela. Temos muito mais problemas para nos preocupar, muito mais assuntos importantes pra ficar à par, e a Folha vem cobrir uma futilidade dessas.
Com reportagens como estas, a Folha começa a se igualar a Globo, com "texto sem conteudo", sem utilidade alguma, como são os programas da Globo.
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