Sob escolta, alunos de escola atacada na Finlândia voltam às aulas
da Efe, em Helsinque
A polícia finlandesa escoltou os alunos do centro educacional Jokela, de Tuusula, no sul da Finlândia, que voltaram hoje às aulas após o massacre ocorrido na última quarta-feira (7), quando um estudante de 18 anos matou a tiros oito pessoas e depois se suicidou.
Os alunos de ensino fundamental de Jokela foram levados à escola de Perttu, e os de ensino médio, a uma igreja, já que o edifício onde ocorreu o ataque está passando por reformas.
Embora não se trate do mesmo prédio, o retorno às aulas assusta a maioria dos estudantes.
É o caso dos dois filhos de Juhani Kylliainen, de 13 e 15 anos, que estavam na escola quando aconteceu o tiroteio.
"Meus filhos conseguiram fugir, mas ainda estão assustados. Desde o horrível episódio de quarta-feira, dormiram todas as noites junto à mãe", afirmou Kylliainen ao jornal 'Iltalehti'.
Hoje, os professores da escola e psicólogos da Cruz Vermelha falarão com os alunos sobre o ocorrido e não haverá aulas normais.
Além de vigiar o retorno dos alunos às aulas, a polícia finlandesa isolou os centros de ensino para impedir o acesso da imprensa.
O ataque, no qual Pekka-Eric Auvinen, 18, matou a tiros a diretora do instituto, uma enfermeira e seis alunos antes de se suicidar, é o pior crime do tipo na história da Finlândia.
Acompanhe as notícias em seu celular: digite wap.folha.com.br
Leia mais
- Ameaça de novo ataque provoca pânico em escola na Finlândia
- Atirador da Finlândia era depressivo e fascinado por violência
- Morre atirador que matou oito em escola na Finlândia
- Veja os principais massacres em escolas e universidades
- Atirador mata 7 em escola na Finlândia; vídeo antecipou massacre
- Livro ensina pais a prevenir acidentes e evitar bullying, excesso de álcool ou droga
Especial

