Médico que viu Diana após acidente pensou que ela sobreviveria
da Efe, de Londres
O primeiro médico a chegar ao local do acidente com o Mercedes no qual estava a princesa Diana na noite em que ela morreu, há dez anos, em Paris, pensou que Lady Di sobreviveria.
A tragédia ocorreu quando o veículo no qual Diana estava com seu namorado, Dodi al-Fayed, que também morreu no acidente, bateu contra uma coluna de um túnel parisiense no dia 31 de agosto de 1997.
Em videoconferência feita em Paris, o médico Frederic Mailliez contou ao júri encarregado da investigação judicial que está sendo realizada em Londres que viu o carro da princesa enquanto dirigia pela Ponte d'Alma, na capital francesa.
Ao perceber a colisão, Mailliez correu para prestar socorro. "[Diana] Estava viva. Reclamava, respirava, mas estava muito fraca", disse.
"Lembro a buzina fazendo barulho e lembro que a parte dianteira do carro estava danificada e o motor, quase partido em duas partes", acrescentou.
Mailliez afirmou que viu que o segurança da princesa, Trevor Rees-Jones, o único sobrevivente, estava vivo, mas gravemente ferido no banco da frente.
A testemunha disse que só percebeu que a mulher que estava dentro do carro era a princesa quando ouviu as notícias no dia seguinte.
Sobre o estado de Diana, o médico não lembra que a ex-mulher do príncipe Charles da Inglaterra tenha sofrido qualquer "lesão óbvia na cabeça".
"Só me recordo de algumas gotas de sangue, mas não diria que eram causadas por uma lesão grave", disse.
Antes desta investigação judicial, outras duas foram realizadas, uma na França e outra a cargo da Polícia Metropolitana de Londres, que chegaram à mesma conclusão: no momento da batida, o motorista Henri Paul dirigia em alta velocidade e sob os efeitos do álcool, e as mortes foram causadas por um trágico acidente.
Diana, de 36 anos, morreu com Dodi al-Fayed, de 42 anos, e com Paul pouco depois de deixar o hotel Ritz, e após serem perseguidos por vários paparazzi.
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Especial


Um britanico real casando com um arabe leal, alguma duvida na conspiracao ? Dodi ta certo.
Pena que a mesma policia que produz as provas contra a Scotland Yard, e' a mesma que matou Diana. Vophe apha mechmo ?
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Qual a real utilidade para os leitores toda essa "cobertura" do processo que investiga a morte da princesa Dayana?
Na minha opinião nenhuma. A mulher morreu. Azar o dela. Temos muito mais problemas para nos preocupar, muito mais assuntos importantes pra ficar à par, e a Folha vem cobrir uma futilidade dessas.
Com reportagens como estas, a Folha começa a se igualar a Globo, com "texto sem conteudo", sem utilidade alguma, como são os programas da Globo.
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