Mundo
15/11/2007 - 21h27

Médicos afirmam que Diana não tinha sinais de gravidez

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da Folha Online

Os médicos que atenderam a princesa Diana na noite de seu acidente em Paris, há dez anos, afirmaram nesta quinta-feira que não registraram qualquer sinal de que ela estivesse grávida, como diz o milionário egípcio Mohamed al Fayed.

O anestesista Bruno Riou e o cirurgião cardiovascular Lain Pavie depuseram na capital francesa, através de videoconferência, como parte da investigação judicial britânica de esclarecimento da morte da Lady Di.

Diana, de 36 anos, morreu no dia 31 de agosto de 1997 com seu namorado, Dodi al Fayed, e o motorista Henri Paul após o automóvel no qual viajavam bater em uma coluna de um túnel parisiense.

Questionado nesta quinta se a equipe do hospital parisiense de Pitié-Salpêtrière, que socorreu a princesa, mencionou algum sinal de que estivesse grávida, Pavie respondeu: "Não, absolutamente não. Ouvi estas afirmações na imprensa, como todos".

No entanto, o cirurgião negou ter feito teste de gravidez em Diana e ressaltou que este procedimento teria sido um "erro profissional", já que a prioridade era salvar a vida dela.

Riou disse que a equipe médica tinha outras prioridades na sala de cirurgia. "Com qualquer paciente que sofre traumas múltiplos, a gravidez é algo que não levamos em conta".

"E com um paciente como ela, que sangrava muito e que tinha sofrido uma parada cardíaca, eu consideraria uma desastrosa perda de tempo a realização de um exame de ultra-som (para comprovar se Diana estava grávida)", argumentou o anestesista.

Segundo Riou, a probabilidade de a princesa sobreviver às graves lesões internas era quase nula.

Mohamed al Fayed, dono da rede de lojas de departamento londrina Harrods, expressou em várias oportunidades a sua suspeita de que Diana e seu filho Dodi tenham sido assassinados pelos serviços secretos britânicos sob ordens do duque de Edimburgo, o marido da rainha Elizabeth 2ª e ex-sogro da princesa.

O milionário egípcio afirma que a princesa estava grávida de seu filho e que a família real britânica não desejava que ela desse à luz um futuro rei que pudesse ser muçulmano.

O júri da investigação deve determinar se a morte da princesa foi produto de uma conspiração ou um trágico acidente.

Duas investigações policiais prévias, uma na França e outra no Reino Unido, concluíram que o acidente aconteceu pelo fato de o motorista dirigir em alta velocidade e sob o efeito de álcool.

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Comentários dos leitores
porfirio sperandio (351) 07/04/2008 14h12
porfirio sperandio (351) 07/04/2008 14h12
Ki duvida ...
Um britanico real casando com um arabe leal, alguma duvida na conspiracao ? Dodi ta certo.
Pena que a mesma policia que produz as provas contra a Scotland Yard, e' a mesma que matou Diana. Vophe apha mechmo ?
sem opinião
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André Luis Nakamura (24) 21/02/2008 09h19
André Luis Nakamura (24) 21/02/2008 09h19
Se infelizmente houve uma conspiração para morte da princesa, provavelmente nunca aparecerão provas. Isso só deixa algumas pessoas com a "imaginação" mais alimentada sobre quantas manobras eventualmente um governo, seja qual for ele, pode fazer para defender seus interesses. sem opinião
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Muni S P A Perez (5) 15/01/2008 20h33
Muni S P A Perez (5) 15/01/2008 20h33
OLINDA / PE
Sinceramente, gostaria de perguntar à Folha, e se possível ter uma resposta.
Qual a real utilidade para os leitores toda essa "cobertura" do processo que investiga a morte da princesa Dayana?
Na minha opinião nenhuma. A mulher morreu. Azar o dela. Temos muito mais problemas para nos preocupar, muito mais assuntos importantes pra ficar à par, e a Folha vem cobrir uma futilidade dessas.
Com reportagens como estas, a Folha começa a se igualar a Globo, com "texto sem conteudo", sem utilidade alguma, como são os programas da Globo.
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