Colômbia diz que fim da mediação de Chávez é definitivo
da Ansa, em Bogotá
A decisão tomada pelo presidente colombiano Álvaro Uribe de dar fim à mediação do colega venezuelano Hugo Chávez em um acordo com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia é "definitiva". A notícia foi dada por José Obdulio Gaviria, conselheiro presidencial.
Em entrevista à rádio Caracol, de Bogotá, Gaviria disse que Chávez havia se comprometido com Uribe a não manter contato com a cúpula das Forças Armadas colombianas.
O representante do governo colombiano afirmou que o telefonema de Chávez ao general Mario Montoya, comandante do Exército da Colômbia provocou uma "drástica reação" dos comandantes militares, que sentiram-se enganados pela senadora Piedad Córdoba, que acompanha o líder venezuelano na mediação e que colocou em contato os dois interlocutores.
"Um contato como esse pode ter efeitos impensáveis", disse o conselheiro presidencial.
Gaviria recordou ainda que, diante de ministros dos dois países, Uribe havia recomendado a Chávez, durante a Cúpula Ibero-americana em Santiago do Chile, "não desviar seus generais do trabalho com as Farc".
De acordo com a rádio, Uribe convocou uma cúpula ministerial para avaliar o a situação política após a decisão de interromper o trabalho de mediação realizada por Chávez.
Segundo a rádio de Bogotá, Uribe convocou ao palácio presidencial o alto comissário para a paz, Luis Carlos Restrepo, e os ministros de Estado. Ao término da reunião, o próprio presidente ou o comissário Restrepo concederão uma entrevista coletiva.
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Especial


ANTÔNIO RIBEIRO - escritor e tetrólogo
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Agora, muito próxima do Brasil temos um outro Chavez, este infelizmente assumiu a presidência de um País. Vejamos se podemos defini-lo:
Leopoldo Galtieri 1981-1982
Hugo Suárez 1971-1978
Emílio Garrastazu Médici 1969-1974
Augusto Pinochet 1973-1990
Fidel Castro 1959-2008
Rafael Trujillo 1930-1961
Maximiliano Martínez 1931-1944
Jean-Claude Duvalier ("Baby Doc") 1971-1986
Anastácio Somoza 1967-1979
Alfredo Stroessner 1954-1989
Mistura tudo e vai dar no que deu, esse arremedo de ditador. O problema foi com a Bolivia e a Colombia, dá para alguém explicar porque ele se meteu no meio, Chavez e sua agregados são um perigo real a democrácia na América latina, um câncer que se instalou e que vai ser dificil de extirpa-lo.
Pergunta: se fosse no nosso território (o que conforme reportagens acontece com certa frequência), o que fariamos? reagiriamos como reagimos com a Bolivia quando tomou a força os investimentos da Petrobras no País, e respondemos com mais investimentos da Petrobrás. Como reagiriamos com Chaves que fala, e muito mais grosso, que seu capacho Evo Morales?
Chaves é um perigo real e imediato, só não vê quem não quer.
A tempo, para todos os defensores do Fidel e seu pupilo Chaves, se lá é tão bom, vai morar lá, ou quando for sair de férias, em vez de Paris, visita a ilha e contribua com sua economia e alegre o pobre e bondoso coração de Fidel.
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