Investigação especula sobre casos amorosos da princesa Diana
da Efe, em Londres
A investigação judicial sobre a morte da princesa Diana, ocorrida há dez anos em Paris, está trazendo à tona os supostos "affairs" que a princesa teria mantido com vários homens.
O ex-secretário particular de Lady Di, Michael Gibbins, identificou perante o júri nesta quarta-feira quatro homens cujas relações causaram preocupações na família real, informa hoje o jornal "The Daily Telegraph".
O capitão da equipe inglesa de rugby Will Carling, o major James Hewitt, o executivo de corridas de carros James Gilbey e o ex-segurança Barry Mannakee teriam tido relacionamento com a princesa.
O primeiro deles teve amizade íntima com Diana em meados dos anos 1990, quando seu próprio casamento estava em crise. Carling reconheceu ter se apaixonado por ela, mas ambos pararam de se ver quando a relação veio a público.
Diana conheceu Hewitt durante uma partida de pólo em 1987, enquanto o príncipe de Gales estava na residência real de Balmoral, na Escócia. Hewitt e a princesa costumavam montar a cavalo juntos no Hyde Park e perto de seu quartel em Windsor.
Hewitt disse, em certa ocasião, que sua relação durou quatro anos e que a princesa esteve a ponto de deixar Charles por ele. Segundo o "Telegraph", no próximo ano Hewitt dirigirá um documentário sobre o relacionamento para a emissora de TV Channel 4.
Acredita-se que Mannakee também teve uma relação íntima com a princesa, a qual estava encarregado de proteger, em 1985.
Ele foi transferido de posto e morreu em 1987, em um acidente de moto ao lado de um policial, o que gerou uma série de rumores sobre uma conspiração para se desfazer dele.
Já sobre Gilbey se afirma que ele "substituiu" Hewitt como amante de Diana. Uma conversa telefônica entre ambos em 1989, na qual trocavam apelidos carinhosos, veio a público.
O executivo, que foi ligado a outras mulheres --entre elas uma modelo, uma diretora de televisão e uma aristocrata-- atualmente trabalha no setor imobiliário.
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Especial


Um britanico real casando com um arabe leal, alguma duvida na conspiracao ? Dodi ta certo.
Pena que a mesma policia que produz as provas contra a Scotland Yard, e' a mesma que matou Diana. Vophe apha mechmo ?
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Qual a real utilidade para os leitores toda essa "cobertura" do processo que investiga a morte da princesa Dayana?
Na minha opinião nenhuma. A mulher morreu. Azar o dela. Temos muito mais problemas para nos preocupar, muito mais assuntos importantes pra ficar à par, e a Folha vem cobrir uma futilidade dessas.
Com reportagens como estas, a Folha começa a se igualar a Globo, com "texto sem conteudo", sem utilidade alguma, como são os programas da Globo.
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