Mundo
02/12/2007 - 14h38

Venezuela dá lição de democracia ao mundo inteiro, diz conselho eleitoral

da Efe, em Caracas

A Venezuela dá hoje uma lição de democracia ao mundo inteiro ao votar "em paz e com tranqüilidade" durante o referendo sobre a reforma constitucional, disse a presidente do CNE (Conselho Nacional Eleitoral), Tibisay Lucena.

Em declarações à imprensa, Lucena disse estar convencida de que esta mesma paz durará por todo este domingo, quando os 16 milhões de venezuelanos convocados às urnas dirão "sim" ou "não" para as mudanças na Constituição de 1999 propostas pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez.

A presidente do CNE falou de "quatro ou cinco" incidentes isolados ocorridos em algumas zonas eleitorais do país e que as pessoas que os protagonizaram, aparentemente por tentarem sair portando seus comprovantes de votação, foram detidas por crime eleitoral.

Acrescentou que "a imensa maioria" está votando em um ambiente de total normalidade.

Lucena lembrou que, por lei, estão proibidas hoje as manifestações e reuniões, e se mostrou segura de que a população cumprirá as normas.

Os venezuelanos comparecem às zonas eleitorais, abertas às 6h locais (8h de Brasília), em meio a chamados de participação nas eleições feitos tanto por parte de representantes do governo como por dirigentes da oposição.

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Comentários dos leitores
Antonio Ribeiro (20) 25/07/2008 10h47
Antonio Ribeiro (20) 25/07/2008 10h47
SAO PAULO / SP
O rei da Espanha que descuidamente mandou o presidente Chávez se calar, agora teve que ouví-lo. O hoem está montado em barrís de Petróleo, daí sua força. Engraçado são os fascistóides brasileiros, quando se referem a Chávez. O presidente venezuelano e é útil como contraponto ao império norte-americano na América Latina. Quanto à frase do rei, pode ser considerada ao resquício do fascismo franquista. Ele foi educado sob os preceitos da ditadura do sanguinário lider da direita radical espanhola.
ANTÔNIO RIBEIRO - escritor e tetrólogo
sem opinião
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Sidnei Liberal (3) 25/07/2008 10h17
Sidnei Liberal (3) 25/07/2008 10h17
BRASILIA / DF
Que srá que o autor da matéria (ou da tradução) entende por verborragia de Chávez. será o fato de não se submeter aos colonizadores? sem opinião
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Alessandro Tadeu Perico (16) 06/03/2008 17h33
Alessandro Tadeu Perico (16) 06/03/2008 17h33
CAMPINAS / SP
Chaves, Chaves, Chaves, todos ligados na TV (acho que é isso mesmo), esse pelo menos tem a sua graça.
Agora, muito próxima do Brasil temos um outro Chavez, este infelizmente assumiu a presidência de um País. Vejamos se podemos defini-lo:
Leopoldo Galtieri 1981-1982
Hugo Suárez 1971-1978
Emílio Garrastazu Médici 1969-1974
Augusto Pinochet 1973-1990
Fidel Castro 1959-2008
Rafael Trujillo 1930-1961
Maximiliano Martínez 1931-1944
Jean-Claude Duvalier ("Baby Doc") 1971-1986
Anastácio Somoza 1967-1979
Alfredo Stroessner 1954-1989
Mistura tudo e vai dar no que deu, esse arremedo de ditador. O problema foi com a Bolivia e a Colombia, dá para alguém explicar porque ele se meteu no meio, Chavez e sua agregados são um perigo real a democrácia na América latina, um câncer que se instalou e que vai ser dificil de extirpa-lo.
Pergunta: se fosse no nosso território (o que conforme reportagens acontece com certa frequência), o que fariamos? reagiriamos como reagimos com a Bolivia quando tomou a força os investimentos da Petrobras no País, e respondemos com mais investimentos da Petrobrás. Como reagiriamos com Chaves que fala, e muito mais grosso, que seu capacho Evo Morales?
Chaves é um perigo real e imediato, só não vê quem não quer.
A tempo, para todos os defensores do Fidel e seu pupilo Chaves, se lá é tão bom, vai morar lá, ou quando for sair de férias, em vez de Paris, visita a ilha e contribua com sua economia e alegre o pobre e bondoso coração de Fidel.
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