Volta de Bhutto ao Paquistão foi marcada por ataque que matou 136
da Folha Online
Um ataque suicida matou a ex-premiê e líder opositora do Paquistão, Benazir Bhutto, do PPP (Partido do Poder do Povo), nesta quinta-feira, em Rawalpindi. Há pouco mais de dois meses, logo depois de chegar ao Paquistão, após oito anos de exílio, um comboio de Bhutto sofreu um ataque suicida que matou 136 pessoas. O ataque foi o mais violento do ano, no país.
Bhutto havia desembarcado no aeroporto de Karachi, no sul do país, onde foi recebida por cerca de 150 mil pessoas. Ela seguia em um comboio para o centro da cidade, sob escolta de integrantes das forças de segurança do país, quando duas explosões ocorreram.
Ninguém que seguia no carro da ex-premiê ficou ferido. No momento das explosões, ela utilizava um colete à prova de balas, pois já existia a suspeita de que grupos ligados à rede terrorista Al Qaeda fossem atacá-la --o governo paquistanês é aliado dos Estados Unidos. Na ocasião, Musharraf qualificou o ataque como um ato de conspiração contra a democracia.
Depois do ataque, Bhutto se isolou em sua casa em Karachi. Dias depois, porém, decidiu sair em visita a diversas localidades do país, como a de Garhi Khuda Baksh, onde foi ao túmulo do pai, Zulfikar Ali Bhutto, líder enforcado há três décadas. Ela esteve ainda em sua cidade natal, Larkana, no leste do país.
Bhutto governou o Paquistão entre 1988 e 1996. Ela deixou o país em 1999, sob acusações de corrupção. Naquele ano, Musharraf tomou o poder, em um golpe de Estado. Retiradas as acusações, Bhutto retornou para negociar sua participação nas eleições parlamentares. Ela também tentava uma aliança com Musharraf, para compartilhar o poder após as eleições.
Com France Presse
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Especial


Reconheço que fui duro nas minhas palavras, mas você que me provocou.Perdão.
Todavia de fato tenho os artigos que comentei.
Livros que já li e emprestei não os tenho mais.
Mas vou te indicar alguns que tenho em mãos:
O mais importante deles é difícil de encontrar é de Élie Barnavi da Editora Cejup A HISTÓRIA UNIVERSAL DOS JUDEUS - 2) Ó JERUSALÉM de Dominique Lapierre e Larry Collins - Círculo do Livro 1971 e 1980 - 3) E A BÍBLIA TINHA RAZÃO... de Werner Keller - Edições Melhoramentos 1958 - 4) O GRANDE CONFLITO de Ellen G.White - Casa Publicadora Brasileira 1981 (vendidos mais de 4 milhões) 5) ISRAEL GOG E O ANTI-CRISTO de Abraão de Almeida - Editora CPAD -6) O PLANO DIVINO ATRAVÉS DOS SÉCULOS de Lawrence Olson - Editora CPAD e alguns mais recentes que você pode encontrar neste site:www.chamada.com.br e www.cpad.com.br
No quesito Oriente Médio um dos maiores especialistas no assunto é o americano Daniel Pipe do site www.midiasemmascara.com.br
Eu não me considero intelectual, sou apenas estudioso e meu principal contato é com alunos, por isso você não achou nada além de comentários em blogs.Mas tudo é válido, seja no contato pessoal ou na opinião " virtual ". Mas as vezes por falta de tempo e espaço não somos felizes nas conclusões das idéias e aí ocorre o desentendimento.
Li alguns comentários seus e achei muito interessante e inteligente, mas não pára somente nessa óptica.Gostei de suas últimas palavras.Vivemos debaixo do mesmo céu e horizontes diferentes
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É típica dos pseudo-intelectuais brasileiros a ênfase em sua "superioridade" intectual. Isso é retrato básico de país subdesenvolvido, isto é, enquanto grande parte da população se encontra na ignorância, os "intelectuais", providos de "conhecimento" são os donos da razão e da verdade. Geralmente as personalidades desses indivíduos assemelham-se aos dos "déspotas esclarecidos".
Procurei o seu nome no lattes e no google pensando em encontrar referências e artigos seus, mas só encontrei uma pessoa que ama fazer comentários em blogs.
Eu respeito a sua opinião, mas favor, não queria impor neste espaço verdades absolutas. A história já está cheia disso.
Mas já que você gosta tanto de história do Oriente (confesso que sou apaixonada) poderia nos indicar alguns livros interessantes? Se quiser também posso passar alguns que já li. É muito melhor a troca de informações do que insultos e propagandas de glórias individuais, não acha?
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(eu acredito) falam Maquiavel e Montesquieu:
"O problema capital do nosso governo é enfraquecer o espírito público pela crítica; fazer-lhe perder o hábito de pensar, porque a reflexão cria a oposição; distrair as forças do espírito, em vãs escaramuças de eloqüência. Em todos os tempos, os povos, mesmo os mais simples indivíduos, tomaram as palavras como realidades, porque se satisfazem com a aparência das coisas e raramente se dão ao trabalho de observar se as promessas relativas à vida social foram cumpridas. Por isso, nossas instituições terão uma bela fachada..." [Protocolo 5, reiterado no Protocolo 10; ênfase adicionada]
"Para tomar conta da opinião pública, é preciso torná-la perplexa, exprimindo de diversos lados e por tanto tempo tantas opiniões contraditórias que os gentios acabarão perdidos no seu labirinto e convencidos de que, em política, o melhor é não ter opinião." [Protocolo 5; ênfase adicionada]
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