Mundo
27/12/2007 - 13h55

Leia cronologia da carreira política de Benazir Bhutto

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da Associated Press, em Islamabad
da Folha Online

A ex-premiê e líder opositora do Paquistão, Benazir Bhutto, morreu nesta quinta-feira em um ataque suicida em Rawalpindi. Veja alguns acontecimentos que marcaram sua carreira:

1979

4 de abril: Zulfikar Ali Bhutto, pai de Benazir Bhutto, é executado após ser acusado de conspirar para o assassinato de um inimigo político, dois anos após sua expulsão do posto de primeiro-ministro.

1986

10 de abril: Bhutto retorna do exílio em Londres para liderar o PPP (Partido do Povo do Paquistão), fundado por seu pai.

1988

1º de dezembro: Bhutto, aos 35 anos, se torna a primeira premiê de um Estado muçulmano, depois de vencer as eleições parlamentares.

1990

6 de agosto: O presidente Ghulam Ishaq Khan destitui Bhutto, alegando abuso de poder, nepotismo e corrupção

1993

19 de outubro: Bhutto faz juramento para um segundo mandato como premiê.

1996

5 de novembro: O presidente Farooq Leghari destitui Bhutto de sua segunda administração diante das acusações de corrupção e improbidade administrativa, e pela morte extrajudicial de detentos.

1999

14 de abril: Justiça decreta Bhutto culpada das acusações de corrupção enquanto ela está fora do país. A decisão foi revogada mais tarde, mas ela permanece exilada.

2007

5 de outubro: O ditador Pervez Musharraf assina uma anistia que cobre outros casos de corrupção de Bhutto, abrindo caminho para um acordo.

18 de outubro: A ex-premiê retorna a Karachi, onde milhares de partidários oferecem boas-vindas, em cerimônia marcada por um forte esquema de segurança. No entanto, o esquema não evita duas explosões próximas ao caminhão blindado que levava a ex-premiê. Morrem 136 pessoas.

12 de novembro: Bhutto recebe uma ordem de prisão domiciliar de sete dias e é obrigada a permanecer cativa em uma casa na cidade de Lahore. Conseqüentemente, fica impedida de liderar uma marcha contra o estado de emergência decretado por Musharraf em 3 de novembro. Ela é libertada quatro dias depois.

13 de dezembro: Pesquisa revela que Bhutto tem 30% das intenções de voto para as eleições parlamentares marcadas para janeiro de 2008.

27 de dezembro: Bhutto é morta em um ataque suicida, em Rawalpindi.

Comentários dos leitores
Sra.Ellen
Reconheço que fui duro nas minhas palavras, mas você que me provocou.Perdão.
Todavia de fato tenho os artigos que comentei.
Livros que já li e emprestei não os tenho mais.
Mas vou te indicar alguns que tenho em mãos:
O mais importante deles é difícil de encontrar é de Élie Barnavi da Editora Cejup A HISTÓRIA UNIVERSAL DOS JUDEUS - 2) Ó JERUSALÉM de Dominique Lapierre e Larry Collins - Círculo do Livro 1971 e 1980 - 3) E A BÍBLIA TINHA RAZÃO... de Werner Keller - Edições Melhoramentos 1958 - 4) O GRANDE CONFLITO de Ellen G.White - Casa Publicadora Brasileira 1981 (vendidos mais de 4 milhões) 5) ISRAEL GOG E O ANTI-CRISTO de Abraão de Almeida - Editora CPAD -6) O PLANO DIVINO ATRAVÉS DOS SÉCULOS de Lawrence Olson - Editora CPAD e alguns mais recentes que você pode encontrar neste site:www.chamada.com.br e www.cpad.com.br
No quesito Oriente Médio um dos maiores especialistas no assunto é o americano Daniel Pipe do site www.midiasemmascara.com.br
Eu não me considero intelectual, sou apenas estudioso e meu principal contato é com alunos, por isso você não achou nada além de comentários em blogs.Mas tudo é válido, seja no contato pessoal ou na opinião " virtual ". Mas as vezes por falta de tempo e espaço não somos felizes nas conclusões das idéias e aí ocorre o desentendimento.
Li alguns comentários seus e achei muito interessante e inteligente, mas não pára somente nessa óptica.Gostei de suas últimas palavras.Vivemos debaixo do mesmo céu e horizontes diferentes
1 opinião
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Ellen . (192) 08/01/2008 17h32
Ellen . (192) 08/01/2008 17h32
Sr. José Nunes
É típica dos pseudo-intelectuais brasileiros a ênfase em sua "superioridade" intectual. Isso é retrato básico de país subdesenvolvido, isto é, enquanto grande parte da população se encontra na ignorância, os "intelectuais", providos de "conhecimento" são os donos da razão e da verdade. Geralmente as personalidades desses indivíduos assemelham-se aos dos "déspotas esclarecidos".
Procurei o seu nome no lattes e no google pensando em encontrar referências e artigos seus, mas só encontrei uma pessoa que ama fazer comentários em blogs.
Eu respeito a sua opinião, mas favor, não queria impor neste espaço verdades absolutas. A história já está cheia disso.
Mas já que você gosta tanto de história do Oriente (confesso que sou apaixonada) poderia nos indicar alguns livros interessantes? Se quiser também posso passar alguns que já li. É muito melhor a troca de informações do que insultos e propagandas de glórias individuais, não acha?
24 opiniões
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porfirio sperandio (351) 08/01/2008 07h50
porfirio sperandio (351) 08/01/2008 07h50
A pedido de alguns, Do Dialogo do Inferno,
(eu acredito) falam Maquiavel e Montesquieu:
"O problema capital do nosso governo é enfraquecer o espírito público pela crítica; fazer-lhe perder o hábito de pensar, porque a reflexão cria a oposição; distrair as forças do espírito, em vãs escaramuças de eloqüência. Em todos os tempos, os povos, mesmo os mais simples indivíduos, tomaram as palavras como realidades, porque se satisfazem com a aparência das coisas e raramente se dão ao trabalho de observar se as promessas relativas à vida social foram cumpridas. Por isso, nossas instituições terão uma bela fachada..." [Protocolo 5, reiterado no Protocolo 10; ênfase adicionada]
"Para tomar conta da opinião pública, é preciso torná-la perplexa, exprimindo de diversos lados e por tanto tempo tantas opiniões contraditórias que os gentios acabarão perdidos no seu labirinto e convencidos de que, em política, o melhor é não ter opinião." [Protocolo 5; ênfase adicionada]
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