Leia perfil do filho de Benazir Bhutto, novo líder do PPP
da Efe, em Islamabad
Bilawal Bhutto Zardari, 19, é o quarto Bhutto a liderar o Partido Popular do Paquistão (PPP), cuja Presidência assume ainda mais jovem que sua mãe, a ex-chefe de premiê paquistanesa Benazir Bhutto, e com um legado trágico de morte e exílio.
Ele adotou neste domingo o sobrenome Bhutto e o colocou à frente do de seu pai --único que é herdado no Paquistão-- para homenagear sua mãe e garantir o voto daqueles que, no país, identificam o PPP com uma dinastia política.
| Shakil Adil/AP |
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| O filho de Bhutto, Bilawal, 19 (ao fundo, ao lado de seu pai Ali Zardari |
O novo presidente da legenda, cujo nome significa "o inigualável", nasceu no dia 21 de setembro de 1988 no porto de Karachi (sul), a mesma cidade na qual sua mãe veio ao mundo, dois meses antes de Benazir vencer suas primeiras eleições no Paquistão.
Por isso, a ex-primeira-ministra paquistanesa disse que ele era o "bebê mais realizado e politicamente controverso da História do Paquistão" em sua autobiografia, "Daughter of the East" ("Filha do Leste").
Parecido com sua mãe, Bilawal também seguiu seus passos e os do avô materno e iniciou sua educação universitária em Oxford, onde estuda Direito. Antes de assumir plenamente a direção do PPP, ele deve terminar o curso.
O avô de Bilawal, Zulfikar Ali Bhutto, fundou o partido em 1967 e o levou ao poder com uma mensagem populista que encontrou eco nas massas paquistanesas, principalmente na Província natal de Sindh.
A esposa de Zulfikar, Nusrat, assumiu por pouco tempo a Presidência interina do PPP, após seu marido ser preso em 1977 pelo ditador Zia ul-Haq, que assumiu a chefia do país com um golpe de Estado e enforcou o pai da ex-primeira-ministra em abril de 1979.
Foi então que Benazir assumiu, aos 26 anos, as rédeas do PPP, que a levou ao poder pela primeira vez em 1988 e o qual presidiu inclusive durante seus muitos anos no exílio.
"Minha mãe sempre disse que a democracia é a melhor vingança", neste domingo Bilawal em seu breve discurso perante a imprensa, sentado no centro da mesa e tendo seu pai à direita.
O novo presidente do PPP falou pouco, pois após a primeira pergunta à qual respondeu Zardari pediu que não houvesse outras questões ao filho e conduziu o resto da entrevista coletiva.
O viúvo de Benazir ficará, portanto, como regente da dinastia Bhutto, enquanto Bilawal retorna às salas de aula e ao exílio, no qual passou boa parte de sua vida e o qual interrompeu para comparecer ao funeral de sua mãe.
A maior parte do tempo, Bilawal viveu junto com suas irmãs mais novas, Bakhtawar e Asifa, em Dubai, onde se graduou na Escola Rashid para crianças, um centro de propriedade da família real no qual são educadas as elites dos Emirados Árabes Unidos.
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Reconheço que fui duro nas minhas palavras, mas você que me provocou.Perdão.
Todavia de fato tenho os artigos que comentei.
Livros que já li e emprestei não os tenho mais.
Mas vou te indicar alguns que tenho em mãos:
O mais importante deles é difícil de encontrar é de Élie Barnavi da Editora Cejup A HISTÓRIA UNIVERSAL DOS JUDEUS - 2) Ó JERUSALÉM de Dominique Lapierre e Larry Collins - Círculo do Livro 1971 e 1980 - 3) E A BÍBLIA TINHA RAZÃO... de Werner Keller - Edições Melhoramentos 1958 - 4) O GRANDE CONFLITO de Ellen G.White - Casa Publicadora Brasileira 1981 (vendidos mais de 4 milhões) 5) ISRAEL GOG E O ANTI-CRISTO de Abraão de Almeida - Editora CPAD -6) O PLANO DIVINO ATRAVÉS DOS SÉCULOS de Lawrence Olson - Editora CPAD e alguns mais recentes que você pode encontrar neste site:www.chamada.com.br e www.cpad.com.br
No quesito Oriente Médio um dos maiores especialistas no assunto é o americano Daniel Pipe do site www.midiasemmascara.com.br
Eu não me considero intelectual, sou apenas estudioso e meu principal contato é com alunos, por isso você não achou nada além de comentários em blogs.Mas tudo é válido, seja no contato pessoal ou na opinião " virtual ". Mas as vezes por falta de tempo e espaço não somos felizes nas conclusões das idéias e aí ocorre o desentendimento.
Li alguns comentários seus e achei muito interessante e inteligente, mas não pára somente nessa óptica.Gostei de suas últimas palavras.Vivemos debaixo do mesmo céu e horizontes diferentes
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É típica dos pseudo-intelectuais brasileiros a ênfase em sua "superioridade" intectual. Isso é retrato básico de país subdesenvolvido, isto é, enquanto grande parte da população se encontra na ignorância, os "intelectuais", providos de "conhecimento" são os donos da razão e da verdade. Geralmente as personalidades desses indivíduos assemelham-se aos dos "déspotas esclarecidos".
Procurei o seu nome no lattes e no google pensando em encontrar referências e artigos seus, mas só encontrei uma pessoa que ama fazer comentários em blogs.
Eu respeito a sua opinião, mas favor, não queria impor neste espaço verdades absolutas. A história já está cheia disso.
Mas já que você gosta tanto de história do Oriente (confesso que sou apaixonada) poderia nos indicar alguns livros interessantes? Se quiser também posso passar alguns que já li. É muito melhor a troca de informações do que insultos e propagandas de glórias individuais, não acha?
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(eu acredito) falam Maquiavel e Montesquieu:
"O problema capital do nosso governo é enfraquecer o espírito público pela crítica; fazer-lhe perder o hábito de pensar, porque a reflexão cria a oposição; distrair as forças do espírito, em vãs escaramuças de eloqüência. Em todos os tempos, os povos, mesmo os mais simples indivíduos, tomaram as palavras como realidades, porque se satisfazem com a aparência das coisas e raramente se dão ao trabalho de observar se as promessas relativas à vida social foram cumpridas. Por isso, nossas instituições terão uma bela fachada..." [Protocolo 5, reiterado no Protocolo 10; ênfase adicionada]
"Para tomar conta da opinião pública, é preciso torná-la perplexa, exprimindo de diversos lados e por tanto tempo tantas opiniões contraditórias que os gentios acabarão perdidos no seu labirinto e convencidos de que, em política, o melhor é não ter opinião." [Protocolo 5; ênfase adicionada]
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