Saiba o que os pré-candidatos nos EUA pensam sobre o Iraque
da Folha Online
Os Estados Unidos deram início, com a convenção partidária realizada em Iowa na semana passada, a um processo que ocorrerá em cada Estado para escolher os candidatos democrata e republicano para a disputa pela Presidência do país de 2008.
O segundo Estado a votar foi Wyoming, seguido por New Hampshire. A próxima votação ocorre na próxima terça (15) em Michigan. No sábado (19), ocorre a votação em Nevada.
As convenções que definirão os candidatos de cada partido, com a participação dos delegados escolhidos nas prévias de cada Estado, devem ocorrer em agosto e setembro.
Saiba como os pré-candidatos à Presidência pensam sobre o Iraque:
- Democratas
Hillary Clinton: Propôs uma lei que prevê o início da retirada das tropas americanas do Iraque 90 dias depois de sua decretação. Diz que gostaria de ver todos os soldados fora do país até o fim de seu mandato, mas não estabelece um prazo exato. Defende a imposição de compromissos para o governo iraquiano, com conseqüências caso não sejam cumpridos.
Barack Obama: Foi um crítico da Guerra do Iraque desde o início do conflito. Ele promete retirar os soldados do país aos poucos, em uma média de duas brigadas por mês. Pretende estabelecer uma convenção constitucional no Iraque para alcançar um acordo de reconciliação. Também defende um pacto de segurança com os países vizinhos do Iraque.
Mike Gravel: Foi uma das primeiras figuras públicas a se opor à invasão do Iraque. Ele defende a retirada imediata de todos os soldados do país, e uma diplomacia agressiva com os países vizinhos na região, que dê fim ao conflito. Defende também que os contratos de reconstrução sejam passados de empresas americanas para empresas iraquianas.
- Republicanos
Mike Huckabee: Chama o Iraque de uma "batalha na guerra geracional e ideológica contra o terror". Ele apóia o aumento das tropas e se opõe ao estabelecimento de um cronograma para a retirada. Segundo ele, a saída americana do país teria "sérias conseqüências estratégicas para os EUA" e "terríveis conseqüências humanas para os iraquianos". Ele apóia um compromisso regional para alcançar o apóio financeiro e político dos vizinhos do Iraque.
John McCain: Quer um maior compromisso militar para que se alcance sucesso a médio prazo no Iraque. Diz que não há forças americanas suficientes para esvaziar os bastiões insurgentes, garantir a segurança, reconstruir as instituições locais, combater a violência sectária em Bagdá, desmantelar a rede terrorista Al Qaeda, treinar o Exército iraquiano e integrar as equipes americanas às unidades de polícia iraquianas.
Ron Paul: Em 2002, foi um dos seis congressistas republicanos a votar contra a resolução da Guerra do Iraque. Ele diz que os EUA não deveriam interferir em questões relativas a outras nações, e pede a retirada dos soldados americanos de conflitos em todo o mundo, dizendo que estes deveriam se concentrar em garantir a segurança nos Estados Unidos.
Mitt Romney: É cauteloso em relação a uma rápida retirada das tropas americanas no Iraque. Ele quer manter a presença dos EUA no país, já que diz que há uma probabilidade razoável de que o governo iraquiano possa deter a violência sectária. Diz que a retirada imediata dos soldados deixaria o Iraque "atolado" em meio a um conflito regional.
fonte: http://usinfo.state.gov/
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Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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