Saiba o que os pré-candidatos nos EUA pensam sobre segurança
da Folha Online
Os Estados Unidos deram início, com a convenção partidária realizada em Iowa na semana passada, a um processo que ocorrerá em cada Estado para escolher os candidatos democrata e republicano para a disputa pela Presidência do país de 2008.
O segundo Estado a votar foi Wyoming, seguido por New Hampshire. A próxima votação ocorre na próxima terça (15) em Michigan. No sábado (19), ocorre a votação em Nevada.
As convenções que definirão os candidatos de cada partido, com a participação dos delegados escolhidos nas prévias de cada Estado, devem ocorrer em agosto e setembro.
Saiba como os pré-candidatos à Presidência pensam sobre a questão da segurança:
- Democratas
Hillary Clinton: Enfatiza a importância de trabalhar com aliados e a diplomacia estrangeira para chegar a bons resultados. Ela defende que o governo dos Estados Unidos deve se comprometer com seus inimigos, assim como fez com os soviéticos durante a Guerra Fria.
Barack Obama: Defende que a estrutura militar deve ser mudada para atender à demanda atual. Ele apóia o aumento do Exército em 65 mil tropas e da Marinha em 27 mil tropas. Além disso, promete liderar um esforço global para proteger armas e materiais nucleares.
Mike Gravel: É contra os confrontos militares contra Irã e Síria e defende uma solução diplomática. Diz que a mudança climática é uma questão de segurança nacional.
- Republicanos
Mike Huckabee: Defende que a força total deve ser empregada para acompanhar certas missões, como, por exemplo, capturar terroristas. Ele reafirma a importância da renovação dos esforços diplomáticos para que os Estados Unidos não enfrentem o terrorismo sozinhos.
John McCain: Diz que o Exército do país deve ser ampliado para atingir os desafios atuais. Ela apóia também o desenvolvimento e melhoria das defesas nacionais.
Ron Paul: Lembra que os EUA mantêm tropas em muitos países, e defende que esforços devem ser feitos para trazer muitas delas de volta. Ele também diz acreditar que o país não deve entrar em uma guerra sem uma declaração do Congresso.
Mitt Romney: Diz que uma estratégia de defesa efetiva deve incluir esforços militares e diplomático. Apóia a continuação das sanções econômicas ao Irã e o isolamento diplomático do governo dessa país.
fonte: http://usinfo.state.gov/
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Especial



Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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