Mundo
14/01/2008 - 17h06

McCain foi prisioneiro de guerra no Vietnã durante cinco anos

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da Folha Online

O senador pelo Arizona John Sydney McCain, 71 --o mais velho dos pré-candidatos à Presidência dos Estados Unidos-- concorre à indicação do Partido Republicano pela segunda vez.

Em 2000, ele disputou as prévias do partido, mas perdeu para o atual presidente dos Estados Unidos, George W. Bush.

Charles Dharapak/AP
Pré-candidato republicano, John McCain é senador e foi prisioneiro de guerra no Vietnã
Pré-candidato republicano, John McCain é senador e foi prisioneiro de guerra no Vietnã

Veterano da Guerra do Vietnã (1958-75), ficou no país por cinco anos como prisioneiro de guerra, após seu avião ser derrubado, em 1967. Na queda, quebrou dois braços e o joelho. Foi capturado em seguida e serviu como propaganda de guerra de Hanói. Durante a prisão, passou por diversas sessões de tortura.

Em 1973, depois de libertado, McCain foi recebido nos EUA como um herói.

Em 1982, McCain entrou para a política, ao ser eleito congressista pelo Estado do Arizona.

Em sua postura conservadora, o senador não acredita no papel do Estado na educação, saúde ou no combate à pobreza.

O senador foi um crítico permanente dos gastos excessivos do governo e da administração Bush, pela falta de engajamento na luta contra a poluição ambiental.

Sobre a questão da imigração, McCain sofreu críticas por seu apoio a uma reforma na legislação que pudesse permitir a legalização dos milhões de estrangeiros ilegais que vivem no país.

Conhecido por seu temperamento enérgico, ele apoiou a Guerra do Iraque, mas criticou a forma como o governo conduziu a operação.

McCain expressou contrariedade especialmente em relação às técnicas de tortura empregadas pela CIA (inteligência americana) durante interrogatórios a suspeitos de terrorismo.

Com Efe e "The New York Times"

Comentários dos leitores
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 1 opinião
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Marcello Sokal (59) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (59) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
11 opiniões
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Denis Rossanez (5) 03/02/2009 13h35
Denis Rossanez (5) 03/02/2009 13h35
Como diz Alex Lima.
Com certeza o Bresil esta carente de homens como Barack Obama na política e parar de se importar com sua opnião, mas da população em geral e aplicar medidas realmente eficazes para melhorar o país.
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