Mundo
14/01/2008 - 17h42

Mórmon, Romney tenta combater rejeição à sua religião nos EUA

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da Folha Online

A carreira do republicano Mitt Romney é variada --ele já atuou como empresário, organizou as Olímpíadas de Inverno de 2002 e governou Massachusetts entre 2003 e 2007.

Porém, sua religião é um dos aspectos que mais chamam a atenção em sua trajetória, já que ele é o único pré-candidato mórmon na história dos Estados Unidos.

Stefan Zakklin/Efe
Ex-governador de Massachusetts, Romney é um dos favoritos da direita conservadora
Conservador, Mitt Romney tenta combater rejeição aos mórmons

O mormonismo, uma vertente cristã, era impopular no país no século 19. Seus fiéis acreditam no profeta Joseph Smith (1805-1844), que propôs a revisão da Bíblia, ato considerado herético pelos líderes protestantes e católicos.

Os mórmons formavam uma comunidade poligâmica e tinham pretensões de integrar uma milícia. No século 19, foram duramente hostilizados no país.

Atualmente, os adeptos do mormonismo evitam bebidas, cigarros, café, e são conhecidos como bem comportados. Em geral, são casados e têm muitos filhos.

Atualmente, a igreja mórmon tem cerca de 6 milhões de membros nos Estados Unidos.

No entanto, pesquisas mostram que entre 25% e 30% do eleitorado diz que não votaria em um mórmon para presidente.

Romney procura combater tal rejeição, ao prometer a "defesa da liberdade de culto". Ele afirma que, se vencer as eleições, não servirá a uma só "religião, causa ou interesse".

O pré-candidato começou sua carreira como empresário em Boston, onde fez sua fama de bom administrador. Sua presidência no Comitê Olímpico dos Jogos de Inverno de Salt Lake City também foi bem avaliada.

Durante seu período à frente do governo de Massachusetts, Romney consolidou suas credenciais como político conservador. Em algumas questões, porém, ele mantém uma postura mais liberal. Romney, por exemplo, é favorável ao aborto.

Com Efe e "The New York Times"

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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