John Edwards tenta mais uma vez chegar à Casa Branca
da Folha Online
John Edwards está novamente no páreo para disputar uma vaga no Partido Democrata para concorrer à Presidência dos Estados Unidos, utilizando a política interna americana em seu discurso e explorando a crescente desigualdade entre ricos e pobres no país.
Ele, na verdade, não deixou de fazer campanha desde que foi derrotado nas eleições de 2004, nas quais concorreu como vice-presidente junto ao então candidato presidencial democrata John Kerry.
| Adam Hunger /Reuters |
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| Ex-senador Edwards tenta mais uma vez chegar à Casa Branca |
Edwards --que fez fortuna como advogado graças a seu carisma, a seu grande sorriso e a um discurso capaz de emocionar o júri mais insensível-- é um homem que enriqueceu por seu próprio esforço, após nascer em uma família humilde de trabalhadores têxteis.
Extrovertido e jovial, sempre quis ser advogado, e alcançou seu maior sucesso quando conseguiu que um júri ordenasse uma indenização de US$ 25 milhões [cerca de R$ 41 milhões] --a maior na história da Carolina do Norte-- a uma menina de oito anos, Valerie Lakey, que ficou incapacitada após ficar presa no ralo de uma piscina.
Apesar de sua meteórica carreira legal, em 1997 ele decidiu entrar na política, um ano depois que seu filho Wade, 16, havia morrido em um acidente de trânsito. Nascido em Seneca, Carolina do Sul, em 1953, Edwards tem outros três filhos --Catharine, Emma Claire e Jack.
Após sua passagem pelo Senado, em 2004, ele entrou na corrida presidencial, e após ser derrotado nas primárias de seu partido, foi resgatado pelo candidato vencedor, John Kerry, que o elegeu como seu "braço-direito" se chegasse à Casa Branca.
Campanha
Novamente na batalha eleitoral pela candidatura presidencial democrata, Edwards transformou em tema dominante de seu discurso a política interna dos EUA, o crescente abismo entre ricos e pobres, e a perda de poder aquisitivo da classe média.
Edwards propõe um sistema nacional de assistência médica, e afirma que a atenção do governo a assuntos como saúde, educação, pobreza e meio ambiente são mais importantes que a redução a curto prazo do déficit fiscal.
Em relação à imigração, ele é favorável a uma reforma da legislação que abra caminho à legalização de quem está irregular no país e defende a intensificação do controle das fronteiras.
Embora tenha votado no Senado, em 2002, a favor da autorização para que o presidente americano, George W. Bush, invadisse o Iraque, agora critica energicamente a política de Washington no país, mas apóia a modernização das forças militares e de segurança dos EUA para combater os terroristas.
Edwards tem certa simpatia entre os eleitores que admiram sua coragem --demonstrada, por exemplo, quando ele enfrentou o câncer reincidente de sua mulher Elizabeth.
Ela soube da doença no mesmo dia em que a dupla Kerry -Edwards admitiu a derrota frente Bush-Cheney, em 2004.
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Especial



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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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Com certeza o Bresil esta carente de homens como Barack Obama na política e parar de se importar com sua opnião, mas da população em geral e aplicar medidas realmente eficazes para melhorar o país.
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