Mundo
25/01/2008 - 02h52

"New York Times" anuncia apoio a candidaturas de McCain e Hillary

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da Efe, em Washington

O jornal "The New York Times" anunciou nesta quinta-feira seu apoio às candidaturas presidenciais dos Estados Unidos da senadora Hillary Clinton, pelo Partido Democrata, e do também senador John McCain, pelo Partido Republicano.

Em editoriais publicados em sua página oficial, o jornal recomendou aos democratas que no curso das primárias "escolham Hillary Clinton como sua porta-bandeira para as eleições presidenciais de 2008".

"Ao escutá-la falar sobre a Presidência, sua política e suas soluções para os grandes problemas dos EUA, nos sentimos enormemente impressionados pela profundidade de seus conhecimentos, pela força de seu intelecto e pela amplitude de sua experiência", assinalou.

Ao indicar seu apoio a McCain, a junta editorial do "New York Times" informou que possui grandes divergências com todos os pré-candidatos republicanos à Presidência, mas entre eles sua melhor opção é o senador pelo Arizona.

McCain é "o único republicano que promete pôr fim ao estilo de governo Bush", disse.

Com seus antecedentes de trabalho para desenvolver legislações sensatas apoiadas pelos dois partidos, "ofereceria uma opção a um espectro maior de americanos que o resto dos candidatos republicanos", assinalou.

O jornal indicou que o legislador demonstra ter a personalidade para defender seus princípios, apóia a luta contra o aquecimento global e "foi uma das primeiras figuras republicanas a alertar sobre os problemas da guerra do Iraque".

Sobre os democratas, o influente jornal se referiu à estreita luta pela candidatura entre a ex-primeira-dama, o senador de Illinois, Barack Obama, e o ex-senador da Carolina do Norte, John Edwards.

Afirmou que, apesar da boa campanha de Obama, o legislador não tem o conjunto de idéias necessário para governar o país.

O "New York Times" manifestou que a senadora é capaz de unir e de dirigir, e lembrou que em 2006 também a apoiou em sua campanha para o Senado.

"Suas idéias, sua vitória em New Hampshire, seus bons resultados em Nevada, sua nova abertura para se explicar e seus programas e poderoso intelecto demonstram que está totalmente capacitada para fazer isso. Representa a melhor opção do Partido Democrata, que procura recuperar a Casa Branca", indicou.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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