"New York Times" anuncia apoio a candidaturas de McCain e Hillary
da Efe, em Washington
O jornal "The New York Times" anunciou nesta quinta-feira seu apoio às candidaturas presidenciais dos Estados Unidos da senadora Hillary Clinton, pelo Partido Democrata, e do também senador John McCain, pelo Partido Republicano.
Em editoriais publicados em sua página oficial, o jornal recomendou aos democratas que no curso das primárias "escolham Hillary Clinton como sua porta-bandeira para as eleições presidenciais de 2008".
"Ao escutá-la falar sobre a Presidência, sua política e suas soluções para os grandes problemas dos EUA, nos sentimos enormemente impressionados pela profundidade de seus conhecimentos, pela força de seu intelecto e pela amplitude de sua experiência", assinalou.
Ao indicar seu apoio a McCain, a junta editorial do "New York Times" informou que possui grandes divergências com todos os pré-candidatos republicanos à Presidência, mas entre eles sua melhor opção é o senador pelo Arizona.
McCain é "o único republicano que promete pôr fim ao estilo de governo Bush", disse.
Com seus antecedentes de trabalho para desenvolver legislações sensatas apoiadas pelos dois partidos, "ofereceria uma opção a um espectro maior de americanos que o resto dos candidatos republicanos", assinalou.
O jornal indicou que o legislador demonstra ter a personalidade para defender seus princípios, apóia a luta contra o aquecimento global e "foi uma das primeiras figuras republicanas a alertar sobre os problemas da guerra do Iraque".
Sobre os democratas, o influente jornal se referiu à estreita luta pela candidatura entre a ex-primeira-dama, o senador de Illinois, Barack Obama, e o ex-senador da Carolina do Norte, John Edwards.
Afirmou que, apesar da boa campanha de Obama, o legislador não tem o conjunto de idéias necessário para governar o país.
O "New York Times" manifestou que a senadora é capaz de unir e de dirigir, e lembrou que em 2006 também a apoiou em sua campanha para o Senado.
"Suas idéias, sua vitória em New Hampshire, seus bons resultados em Nevada, sua nova abertura para se explicar e seus programas e poderoso intelecto demonstram que está totalmente capacitada para fazer isso. Representa a melhor opção do Partido Democrata, que procura recuperar a Casa Branca", indicou.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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