Schwarzenegger deve apoiar McCain nos EUA; disputa se estreita
da Folha Online
O governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, deve anunciar nesta quinta-feira o apoio a John McCain na disputa pela candidatura republicana nas eleições presidenciais dos EUA.
O apoio deve fortalecer o senador pelo Arizona, que já ganhou vantagem sobre Mitt Romney depois de vencer na Flórida. A vitória valeu 57 delegados para a Convenção Nacional Republicana, colocando-o à frente na disputa pela maioria de delegados.
A Califórnia faz parte da votação da chamada Superterça, no próximo dia 5, quando mais de 20 Estados americanos votam em seus pré-candidatos. Os votos do Estado representam 15% do total de delegados necessários para se obter a nomeação republicana.
Mais de 1.000 delegados republicanos estão em jogo nas primárias em 21 Estados. Um total de 1.191 delegados são necessários para garantir a nomeação republicana.
Para os democratas --que realizam primárias em 22 Estados-- 1.681 delegados estão em jogo. Um total de 2.025 delegados são necessários para garantir a indicação em agosto.
O ex-prefeito de Nova York Rudolph Giuliani, que deixou a corrida nesta quarta-feira, também anunciou seu apoio a McCain, chamando-o de um "herói americano".
O ex-governador de Massachussets planeja enfrentar McCain por meio de anúncios televisivos na Califórnia e em outros Estados, de acordo com informações de assessores.
Ele tenta ganhar força após perder duas vezes para McCain --na Carolina do Sul e na Flórida.
Debate
Em um debate televisionado na noite de ontem na Califórnia, McCain e Romney questionaram um ao outro a respeito das credenciais conservadoras e da habilidade para presidir o país.
Romney acusou McCain de usar "truques sujos" na disputa ao sugerir que o ex-governador do Massachusetts estabeleceria um prazo para a saída das tropas americanas do Iraque.
"Eu nunca apoiei um cronograma específico para a retirada", disse Romney, acrescentando que tal sugestão seria um "truque sujo que [o ex-presidente americano] Ronald Reagan (1981-1989) consideraria repreensível".
McCain rebateu as críticas, dizendo que "está claro que [Romney] quer um cronograma".
Em abril do ano passado, Romney afirmou que líderes americanos e iraquianos manteriam "uma série de cronogramas que eram discutidos em particular".
Já Romney tentou retratar McCain --cuja popularidade é grande entre políticos independentes-- como uma figura com perfil que não se enquadra entre os conservadores.
Democratas
Entre os democratas-- que também debateram ontem em Los Angeles-- a saída de Edwards torna a campanha uma disputa ainda mais acirrada entre Obama e Hillary.
A senadora por Nova York obteve uma ampla vitória simbólica na Flórida.
Ao anunciar sua saída em um discurso em Nova Orleans, Edwards afirmou que é hora de "se afastar e deixar a história tomar seu rumo" em uma disputa entre "uma mulher e um negro".
Se eleita, Hillary será a primeira mulher a ocupar a Presidência dos EUA. Já Obama é o primeiro negro da história do país a ter chances reais de chegar à Casa Branca.
O ex-senador pela Carolina do Norte desistiu da corrida após perder as prévias em quatro Estados.
Um total de 40% dos partidários de Edwards dizem apoiar Hillary, enquanto 25% apóiam Obama, de acordo com uma pesquisa realizada pela Associated Press no mês passado.
A saída de Edwards garante a Obama mais seis delegados --deixando-o com um total de 187-- e quatro para Hillary --deixando-a com 253.
Um total de 2.025 delegados são necessários para garantir a nomeação democrata.
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Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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