Mundo
01/02/2008 - 04h30

Hillary e McCain mantêm favoritismo antes da Superterça

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da Folha Online

O republicano John McCain e a democrata Hillary Clinton mantêm a liderança nas intenções de voto para a corrida presidencial nos EUA, segundo uma pesquisa do instituto Gallup divulgada nesta quinta-feira, a poucos dias da Superterça.

Na terça-feira 5 de fevereiro, mais 20 de Estados, entre eles alguns dos mais povoados e importantes do país, como Califórnia, Nova York e Nova Jersey, realizam suas eleições primárias. Por causa da grande quantidade de delegados envolvidos, o dia é conhecido como a Superterça.

Segundo a pesquisa, McCain --que venceu a prévia da Flórida, nesta quarta-feira-- aumentou sua vantagem para 15 pontos percentuais sobre seu mais próximo rival, o ex-governador de Massachusetts Mitt Romney.

A enquete, realizada entre a segunda-feira e a quarta-feira, indicou que o senador do Arizona conta com o apoio de 37% dos republicanos em todo o país, contra 22% de Romney.

Mike Huckabee, ex-governador de Arkansas, ocupa o terceiro lugar, com 17% das intenções de voto.

Em uma pesquisa anterior realizada pelo Gallup, a vantagem de McCain era de 32% contra 21%.

No lado democrata, a senadora de Nova York e ex-primeira-dama Hillary Clinton manteve sua vantagem sobre seu principal rival, o senador por Illinois Barack Obama, que parece ter recuperado terreno.

A pesquisa indica que em nível nacional Hillary conta com um apoio de 43%, contra 39% para Obama.

Essa vantagem de quatro pontos percentuais é a menor desde o começo de janeiro, e é uma continuação dos avanços conseguidos por Obama nas últimas semanas, disse o Gallup.

O instituto acrescentou que ainda não está claro qual será o efeito entre os democratas da decisão do senador John Edwards de abandonar na quarta-feira sua luta pela candidatura presidencial.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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