Hillary e Obama aparecem empatados em pesquisa; McCain lidera
da Folha Online
A apenas dois dias da Superterça, os pré-candidatos democratas Barack Obama e Hillary Clinton aparecem em disputa acirrada na Califórnia, em Nova Jersey e no Missouri, de acordo com pesquisa divulgada pelo instituto Reuters/C-SPAN/Zogby neste domingo.
Na terça-feira (5), mais de 20 Estados --entre eles alguns dos mais importantes do país, como Califórnia, Nova York e Nova Jersey-- realizam eleições primárias. Por causa da grande quantidade de delegados envolvidos, o dia é conhecido como a Superterça.
Um total de 1.009 delegados republicanos estão em jogo nas primárias em 21 Estados. Ao menos 1.191 delegados são necessários para garantir a nomeação republicana.
| M. Spencer Green/Brian Snyder /AP/Reuters |
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| Barack Obama e Hillary Clinton, os dois favoritos entre os democratas na corrida pela indicação à candidatura democrata |
Para os democratas --que realizam primárias em 22 Estados-- 1.681 delegados estão em jogo. Um total de 2.025 delegados são necessários para garantir a indicação em agosto.
Na Califórnia, Obama está à frente de Hillary com 45% contra 41%, com margem de erro de 2,9 pontos percentuais para cima ou para baixo. Em Nova Jersey e no Missouri, a pesquisa mostra Hillary apenas um ponto à frente de Obama, o que é considerado empate técnico.
Nas duas pesquisas, a margem de erro é de 3,4 pontos percentuais para cima ou para baixo
"Aparentemente, haverá uma disputa bem apertada entre Obama e Hillary", disse o diretor do instituto de pesquisas, John Zogby. "Seja como for, eu estou certo de que a diferença entre os dois será muito pequena para que a corrida seja resolvida na terça-feira", acrescentou ele.
Senador por Illinois, Obama -- que seria o primeiro presidente negro da história dos EUA-- possui vantagem de 20 pontos sobre Hillary na Geórgia, devido ao apoio dos eleitores negros.
Ambos obtiveram duas vitórias nas quatro votações democratas já realizadas. Hillary --que é ex-primeira-dama e senadora por Nova York, e seria a primeira mulher presidente dos EUA -- venceu em New Hampshire e em nevada. Já Obama ganhou em Iowa e na Carolina do Sul.
De acordo com as pesquisas, Hillary lidera entre as mulheres, os hispânicos e os eleitores mais velhos. Já Obama conta com o apoio dos negros e dos eleitores mais jovens.
"Eles estão muito próximos entre os demais subgrupos. É uma disputa apertada, em todos os sentidos", acrescentou Zogby.
Devido à proximidade, é improvável que Obama ou Hillary consigam garantir a indicação democrata na terça-feira, e a disputa deve se estender até março, ou até por mais tempo.
Republicanos
Do lado republicano, John McCain aparece na liderança e a regra de WTA [winner-take-all], que prevê que o candidato vencedor ganha todos os delegados daquele Estado, pode permitir que o senador por Arizona garanta a nomeação na terça-feira, derrotando Mitt Romney.
| AP/Reuters |
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| Republicanos John McCain (à esq.) e Mitt Romney, os líderes da disputa pela nomeação republicana à candidatura presidencial |
Nas pesquisas, McCain aparece à frente de Romney em Nova York com 49% contra 23%.
Em Nova Jersey, ele também possui ampla vantagem, com 54% contra 23%.
No Missouri, McCain mantém a liderança nas pesquisas. Ele aparece em primeiro lugar com 36%, à frente do ex-governador do Arkansas Mike Huckabee, que tem 27%.
Romney aparece em terceiro lugar nas pesquisas, com 22% das intenções de voto.
As margens de erro em Nova York e no Missouri são de 3,3 pontos percentuais.
Em Nova Jersey, a margem de erro é de 3,4 pontos percentuais.
Na Califórnia, Romney aparece à frente de McCain com 37% contra 34%. A margem de erro é de 2,9%.
"A Califórnia pode ser a última chance de Romney", diz Zogby. "Se ele vencer, não apenas o jogo mudará, como os republicanos que se opõem a McCain passarão a ter esperança de que Romney possa vencê-lo", explica.
Com Associated Press
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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