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03/02/2008 - 11h45

Mitt Romney vence primárias republicanas no Maine

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da France Presse, em Nova York

O ex-governador de Massachusetts Mitt Romney venceu as eleições primárias do Partido Republicano realizadas neste sábado no Estado do Maine (nordeste dos Estados Unidos).

Após a apuração de 40,8% dos votos, Romney obteve 52,5%, seguido por John McCain (21,6%), Ron Paul (18,5%) e Mike Huckabee (5,1%), informou o Partido Republicano.

"Com esses resultados, o ex-governador Romney tem assegurada a vitória" no Maine, disse à France Presse o vice-presidente do Partido Republicano para o Estado, após explicar que a tendência é irreversível.

Carlos Osorio/AP
O pré-candidato republicano à Presidência dos EUA Mitt Romney, venceu prévias no Maine
O pré-candidato republicano à Presidência dos EUA Mitt Romney, venceu no Maine

Embora os resultados do Maine não sejam muito importantes quantitativamente no processo eleitoral nacional, estes representam um impulso simbólico para o candidato da ala conservadora às vésperas da Superterça de 5 de fevereiro em mais de 20 Estados.

"Hoje o povo do Maine se uniu ao restante do país para votar por uma mudança conservadora em Washington", anunciou em um comunicado o ex-governador, que em nível nacional está na segunda colocação atrás do favorito John McCain, segundo as pesquisas.

As primárias no Maine ocorreram sob a forma de caucus [convenções partidárias], que designam delegados para uma convenção desse Estado em maio, que, por sua vez, elegerão os delegados para a convenção nacional republicana.

Trata-se de uma consulta não-vinculante, já que os 21 delegados finalmente designados são liberados para votar em qualquer candidato na convenção nacional.

O Partido Democrata realizará suas primárias no Maine no dia 10 de fevereiro.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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