Mundo
05/02/2008 - 05h01

Califórnia pode ser decisiva na Superterça

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da Folha Online

A Califórnia pode ser decisiva na Superterça, as principais prévias da eleição à Presidência dos Estados Unidos, que ocorre hoje. Entre os eleitores que votarão nas primárias dos 24 Estados, a maioria está na Califórnia, que ainda abriga o maior número de delegados.

A [Califórnia]":http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u369728.shtml possui 15 milhões de eleitores registrados. Devido à grandiosidade de seus números, os candidatos dos dois partidos terão de abandonar o estilo de política conduzida voto a voto --praticada em Estados pequenos como New Hampshire e Iowa-- para alcançar votos com a publicidade e a cobertura da mídia.

As pesquisas mostram que a pré-candidata democrata e senadora por Nova York Hillary Clinton lidera a disputa em 9% no Estado contra o rival, o senador de Illinois Barack Obama.

Entre os republicanos, o senador do Arizona John McCain está à frente do seu oponente, o ex-governador por Massachussets Mitt Romney, com uma diferença de 6,5%.

Ao todo, a Califórnia enviou 441 delegados para a Convenção Nacional do Partido Democrata e 173 delegados para as primárias do partido republicano. A maioria dos delegados são determinados com base no vencedor de cada congresso distrital dos 53 Estados.

O fim do processo acontece na terça-feira (6) às 20 h com o fechamento das urnas. Os eleitores puderam também preencher as cédulas e enviar por correio desde 7 de janeiro.

A influência econômica da Califórnia é outro fator que pesa politicamente, apesar do Estado mais rico dos Estados Unidos sofrer ultimamente com a crise causada pela inadimplência nas hipotecas de alto risco.

A média de poder de compra no Estado é de US$ 54.385, bem acima da média nacional de US$ 44.334. Cerca de 13% da população vive abaixo da linha da pobreza, valor aproximado aos números nacionais.

A média de idade do californiano é de 35,5 anos, mais jovem do que a média nacional.

Com Reuters

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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