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05/02/2008 - 02h02

Veja o que está em jogo na Superterça para os republicanos

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da Folha Online

Os Estados Unidos realizam hoje a chamada Superterça --as principais prévias da corrida presidencial de 2008, quando em 24 Estados votam nos pré-candidatos democrata e republicano.

Oito Estados já votaram anteriormente--Iowa, Wyoming, New Hampshire, Michigan, Nevada, Carolina do Sul, Flórida e Maine.

As convenções que definirão os candidatos de cada partido, com a participação dos delegados escolhidos nas prévias de cada Estado, devem ocorrer em agosto e setembro.

Um total de 1.009 delegados republicanos estão em jogo nas primárias em 21 Estados. Ao menos 1.191 delegados são necessários para garantir a nomeação republicana.

Até agora, o senador pelo Arizona John McCain contabiliza 95 delegados. Seu rival, o ex-governador por Massachussets Mitt Romney conta com 67 delegados. Mike Huckabee, o terceiro colocado, conta com 26 delegados. Ron Paul obteve 6 delegados nas votações. O ex-prefeito de Nova York Rudolph Giuliani, que já abandonou a corrida, obteve um delegado nas prévias.

McCain, que assumiu a liderança após vencer na Flórida, pode ser beneficiado pela regra de WTA [winner-takes-all], que prevê que o candidato vencedor contabilize todos os delegados. A regra pode permitir ele garanta a nomeação republicana na terça-feira, derrotando Romney.

Romney, que é ex-governador de Massachusetts, venceu as eleições primárias do Partido Republicano realizadas neste sábado no Estado do Maine (nordeste dos Estados Unidos).

Embora os resultados do Maine não sejam muito importantes quantitativamente no processo eleitoral nacional, estes representam um impulso simbólico para o candidato.

Veja os delegados republicanos que estão em jogo na Superterça:

Arte Folha Online

* Os delegados não-eleitos são aqueles que os Estados têm o direito de enviar para a convenção nacional,
mas que não têm a obrigação de votar no pré-candidato vencedor no seu Estado

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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