Mundo
06/02/2008 - 03h28

Hillary conquista mais voto hispânico que Obama, aponta pesquisa

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da Folha Online

A maioria dos eleitores de origem hispânica votaram a favor da senadora Hillary Clinton em Estados como Nova York e Arizona, segundo pesquisas nos Estados Unidos.

Em Nova York, dois terços dos hispânicos votaram a favor da senadora e ex-primeira-dama e no Arizona, ela recebeu cerca de 53% das intenções de voto. Já seu principal concorrente, o senador Barack Obama, recebeu 44% dos votos no Arizona, segundo pesquisas de opinião divulgadas pela rede CNN.

As projeções confirmam as pesquisas que indicavam um apoio sólido dos eleitores de origem hispânica a Hillary Clinton. O fato pode ter sido decisivo para a senadora de Nova York.

No lado republicano não se difundiram as projeções de divisão de voto das prévias da Superterça que, como apontavam as pesquisas, permitiram ao senador do Arizona John McCain ampliar sua vantagem em número de delegados em relação a Mitt Romney e Mike Huckabee, seus principais adversários.

O governador do Estado americano do Novo México, Bill Richardson, que foi pré-candidato democrata, disse que o voto hispânico é muito importante nas eleições prévias nos Estados Unidos.

"O 5 de fevereiro é o dia em que o voto hispânico aparece e creio que será decisivo não somente hoje, mas na eleição em geral", disse Richardson, em alusão ao pleito presidencial de 4 de novembro.

Segundo ele, a senadora consegue maiores simpatias entre os latinos porque "os Clinton tiveram uma longa história com os votantes hispânicos, uma história muito positiva", em suas palavras.

Richardson também disse que Obama está obtendo muito apoio entre os eleitores de origem hispânica mais jovens.

O governador deixou a corrida à Casa branca em janeiro, após sofrer duas derrotas em Iowa e New Hampshire.

Com France Presse e Efe

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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