Mundo
06/02/2008 - 04h01

Vitória em Nova York mostra interesse por presidente preparado, diz Hillary

Publicidade

da Efe, em Nova York

Atualizada às 4h56

A senadora e pré-candidata democrata Hillary Clinton disse que a vitória obtida nesta terça-feira (5) nas primárias em Nova York demonstra que os americanos querem um "presidente preparado desde o primeiro dia" de seu mandato.

"Esta é nossa noite, esta é a noite dos Estados Unidos", disse a senadora.

Além de Nova York, Estado pelo qual é senadora, Hillary venceu até agora as primárias de Nova York, Nova Jersey, Arkansas, Tennessee, Oklahoma e Massachusetts --este último Estado é reduto do clã Kennedy, que apóia o senador por Illinois Barack Obama.

Em seu discurso, a ex-primeira-dama parabenizou Obama pelas vitórias obtidas esta noite. O senador por Illinois disputa com Hillary o posto de candidato democrata na Convenção Nacional do partido, que acontece de 25 a 28 de agosto, em Denver (Colorado).

"Quero parabenizar o senador Obama por suas vitórias desta noite", disse Hillary, que acrescentou que já pensa nos próximos debates e no resto da campanha eleitoral.

"Vamos fazer um país melhor para a próxima geração, porque este é o trabalho da minha vida", afirmou.

"Vejo os Estados Unidos com uma economia que funcione para todos, não para poucos, onde se encontrem bons trabalhos."

Em seu discurso, Hillary também afirmou que o país que quer dirigir deve "enfrentar as grandes petrolíferas" e realizar uma "uma revolução de energias limpas", para controlar "a crise da mudança climática".

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
avalie fechar
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
avalie fechar
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
13 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (2849)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca