Romney diz que não desistirá da corrida presidencial
da Efe, em Washington
O ex-governador e pré-candidato republicano à Casa Branca Mitt Romney disse nesta terça-feira (5) em Boston (Massachusetts) que seguirá com sua campanha.
"Uma coisa que está clara é que esta campanha continua", disse Romney.
"Vamos seguir até a convenção [republicana]. Vamos ganhar", afirmou.
Romney, que é mórmon, era favorito em Utah, onde sua igreja tem grande influência, em Massachusetts, onde foi governador, e em Dakota do Norte.
O pré-candidato apelou à base conservadora e religiosa do Partido Republicano, e afirmou que valores deste setor não são representados pelo senador John McCain, o líder nas pesquisas.
No entanto, sua campanha foi prejudicada pelo ex-governador do Arkansas Mike Huckabee, o terceiro colocado nas enquetes, que também manteve o foco no mesmo tipo de eleitores e teve especial sucesso com a direita cristã.
Quando Romney discursou em Boston, já se sabia que Huckabee tinha vencido na Geórgia, Virgínia Ocidental, Arkansas e Alabama. Posteriormente ele conseguiu também o Estado do Tennessee.
Apesar dos resultados preliminares, Romney deixou claro que continuará em campanha.
Além disso, reiterou em Boston sua mensagem de que os Estados Unidos devem acabar com a imigração ilegal e precisam manter os impostos baixos.
Também afirmou que a economia "está em queda" e que neste momento "é importante ter um presidente que trabalhou no setor privado".
Romney relembrou seu passado como empresário em contraposição a McCain, que não teria "conhecimento suficiente" para desempenhar uma boa política econômica.
Sentindo os ventos de mudança no país, o ex-governador de Massachusetts afirmou que "se Washington continuar pelo mesmo caminho no século 21, os Estados Unidos serão reduzidos a uma potência de segundo nível", e prometeu que, como presidente, não deixará que isso ocorra.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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