Mundo
06/02/2008 - 04h47

Em discurso, Obama diz que é o candidato da mudança

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da Efe, em Washington

Atualizada às 4h56

O senador do Partido Democrata por Illinois, Barack Obama disse nesta quarta-feira em Chicago que levará mudança a Washington. "Nossa hora chegou, este movimento é real e a mudança chega aos Estados Unidos", disse Obama.

O senador venceu em pelo menos metade dos Estados em disputa na terça-feira nas primárias de seu partido para escolher o candidato à Presidência dos EUA. O processo é a maior votação simultânea da história das primárias dos Estados Unidos, quando em um único dia 24 dos 50 Estados americanos elegerão 2.025 delegados democratas e 1.191 republicanos.

Veja mapa da votação das prévias Estado a Estado.

O número de delegados que o senador receberá ainda é desconhecido, pois os democratas os distribuem de forma proporcional à porcentagem de votos recebidos nas primárias.

Em Chicago, Obama reiterou sua mensagem de conciliação nacional para superar as diferenças por raça ou sexo. "Nossas escolas decrépitas estão roubando o futuro das crianças negras e brancas", afirmou.

O senador disse ainda que Hillary Clinton, sua rival na luta pela candidatura americana, era uma amiga antes desta campanha e "continuará sendo quando ela terminar". No entanto, não poupou críticas à rival ao afirmar que as eleições devem ser sobre quem pode "mudar Washington", e não sobre quem tem "mais experiência em Washington".

Hillary alega que Obama tem pouca experiência na política nacional para ser presidente, enquanto o senador afirma que mudará a forma pela qual funciona a política.

Obama ainda provocou a ex-primeira-dama ao afirmar que a guerra no Iraque "nunca deveria ter sido aprovada ou acontecido". Hillary votou a favor da autorização ao presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, para invadir o Iraque em março de 2003, enquanto Obama rejeitou o conflito.

O senador por Illinois prometeu ainda que se for eleito presidente reformará o sistema de saúde, aumentará o salário dos professores e investirá em energias alternativas.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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