Em discurso, Obama diz que é o candidato da mudança
da Efe, em Washington
Atualizada às 4h56
O senador do Partido Democrata por Illinois, Barack Obama disse nesta quarta-feira em Chicago que levará mudança a Washington. "Nossa hora chegou, este movimento é real e a mudança chega aos Estados Unidos", disse Obama.
O senador venceu em pelo menos metade dos Estados em disputa na terça-feira nas primárias de seu partido para escolher o candidato à Presidência dos EUA. O processo é a maior votação simultânea da história das primárias dos Estados Unidos, quando em um único dia 24 dos 50 Estados americanos elegerão 2.025 delegados democratas e 1.191 republicanos.
Veja mapa da votação das prévias Estado a Estado.
O número de delegados que o senador receberá ainda é desconhecido, pois os democratas os distribuem de forma proporcional à porcentagem de votos recebidos nas primárias.
Em Chicago, Obama reiterou sua mensagem de conciliação nacional para superar as diferenças por raça ou sexo. "Nossas escolas decrépitas estão roubando o futuro das crianças negras e brancas", afirmou.
O senador disse ainda que Hillary Clinton, sua rival na luta pela candidatura americana, era uma amiga antes desta campanha e "continuará sendo quando ela terminar". No entanto, não poupou críticas à rival ao afirmar que as eleições devem ser sobre quem pode "mudar Washington", e não sobre quem tem "mais experiência em Washington".
Hillary alega que Obama tem pouca experiência na política nacional para ser presidente, enquanto o senador afirma que mudará a forma pela qual funciona a política.
Obama ainda provocou a ex-primeira-dama ao afirmar que a guerra no Iraque "nunca deveria ter sido aprovada ou acontecido". Hillary votou a favor da autorização ao presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, para invadir o Iraque em março de 2003, enquanto Obama rejeitou o conflito.
O senador por Illinois prometeu ainda que se for eleito presidente reformará o sistema de saúde, aumentará o salário dos professores e investirá em energias alternativas.
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Especial



Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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