Mundo
10/02/2008 - 20h22

Hillary Clinton substitui gerente de sua campanha

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da Reuters, em Washington

A pré-candidata democrata Hillary Clinton afirmou neste domingo que substitui sua gerente de campanha, Patti Solis Doyle, por uma aliada de muito tempo, Maggie Williams. Ela e o senador Barack Obama estão em uma disputa acirrada pela nomeação à candidatura do Partido Democrata.

Aliados de Hillary, senadora por Nova York que pretende ser a primeira mulher presidente dos Estados Unidos, tentaram minimizar sinais de problemas na campanha da ex-primeira-dama.

Ingrid Barrentine/AP
Hillary em comício no Estado de Washington; gerente de campanha foi substituída
Hillary em comício no Estado de Washington; gerente de campanha foi substituída

Solis Doyle assume o trabalho de conselheira de Hillary para as disputas nos Estados restantes.

"Patti Solis Doyle realizou um trabalho extraordinário em nos levar a este ponto", informa um comunicado expedido pelo escritório de Hillary.

"Eu estou feliz em ter Maggie na equipe e eu sei que ela liderará nossa campanha com grande habilidade para a nomeação", estabelece ainda a nota.

Hillary não especifica as razões para a substituição de Solis Doyle. Enquanto isso, Obama acumala milhões em contribuições de campanha e conseguiu três Estados ontem.

"Esta é a mais longa campanha de primárias da história. Era apropriado fazer uma mudança", disse Doug Hattaway, porta-voz do escritório de Hillary. Segundo ele, a mudança não significa uma alteração na estratégia de campanha da pré-candidata.

Hillary e Obama, que pode se tornar o primeiro presidente negro dos EUA, precisam de 2.025 delegados para poder conseguir sua nomeação.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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