Mundo
10/02/2008 - 20h37

John Edwards avalia apoiar Hillary ou Obama, diz CNN

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da Efe, em Washington

John Edwards, ex-senador e antigo pré-candidato democrata à Casa Branca, analisa a possibilidade de dar a Hillary Clinton ou a Barack Obama seu apoio na campanha eleitoral, segundo informações da rede CNN.

A rede de televisão "CNN" informou hoje que Edwards, que anunciou no último dia 30 sua retirada oficial da campanha eleitoral, se reuniu na última quinta-feira (7) com Hillary Clinton e amanhã fará o mesmo com Obama, para discutir com ambos a possibilidade de conceder seu apoio.

A reunião com Hillary aconteceu na casa de Edwards, em Chapel Hill.

Ontem à noite, o ex-senador pela Carolina do Norte e seus assessores mais diretos se reuniram para falar de vários temas, entre eles em que candidato ele deveria dar seu apoio, segundo a "CNN".

Alguns assessores do ex-candidato à Casa Branca lhe aconselham não conceder seu apoio a nenhum dos dois, segundo as mesmas fontes.

Edwards estaria avaliando vários pontos antes de tomar uma decisão, incluindo a possibilidade de cada candidato de ganhar as eleições contra o rival do Partido Republicano, e qual dos dois representará melhor suas idéias.

Há um parecer comum entre os assessores de Edwards, que acreditam que as políticas de Hillary poderão beneficiar mais à classe trabalhadora dos EUA, um fator importante para o ex-candidato.

As propostas de Obama, no entanto, estão mais próximas à linha política de Edwards.

Dois amigos próximos a Elizabeth, a mulher de Edwards, afirmam que ela apóia Obama, que recebeu apoio de alguns dos que ajudaram Edwards em sua campanha.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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