John Edwards avalia apoiar Hillary ou Obama, diz CNN
da Efe, em Washington
John Edwards, ex-senador e antigo pré-candidato democrata à Casa Branca, analisa a possibilidade de dar a Hillary Clinton ou a Barack Obama seu apoio na campanha eleitoral, segundo informações da rede CNN.
A rede de televisão "CNN" informou hoje que Edwards, que anunciou no último dia 30 sua retirada oficial da campanha eleitoral, se reuniu na última quinta-feira (7) com Hillary Clinton e amanhã fará o mesmo com Obama, para discutir com ambos a possibilidade de conceder seu apoio.
A reunião com Hillary aconteceu na casa de Edwards, em Chapel Hill.
Ontem à noite, o ex-senador pela Carolina do Norte e seus assessores mais diretos se reuniram para falar de vários temas, entre eles em que candidato ele deveria dar seu apoio, segundo a "CNN".
Alguns assessores do ex-candidato à Casa Branca lhe aconselham não conceder seu apoio a nenhum dos dois, segundo as mesmas fontes.
Edwards estaria avaliando vários pontos antes de tomar uma decisão, incluindo a possibilidade de cada candidato de ganhar as eleições contra o rival do Partido Republicano, e qual dos dois representará melhor suas idéias.
Há um parecer comum entre os assessores de Edwards, que acreditam que as políticas de Hillary poderão beneficiar mais à classe trabalhadora dos EUA, um fator importante para o ex-candidato.
As propostas de Obama, no entanto, estão mais próximas à linha política de Edwards.
Dois amigos próximos a Elizabeth, a mulher de Edwards, afirmam que ela apóia Obama, que recebeu apoio de alguns dos que ajudaram Edwards em sua campanha.
Leia mais
- Empatados, Hillary e Obama apostam em superdelegados
- Corrida à Presidência dos EUA é musical, mas desafina de vez em quando
- Continua a indefinição no Partido Democrata após primárias deste sábado
- Com apoio de negros e ricos, Obama vence primeiro round após a Superterça
- Hillary e Obama fazem duelo bilionário pela indicação democrata
Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
avalie fechar
avalie fechar
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
avalie fechar