Investigação sobre morte de Diana custa mais de R$ 17 milhões
da Efe, em Londres
O custo da investigação sobre a morte da princesa Diana, em um acidente de carro em 31 de agosto de 1997 em Paris, já supera 6 milhões de libras [cerca de R$ 17 milhões], segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo juiz a cargo da pesquisa judicial, Lorde Scott Baker.
O processo judicial no Tribunal Superior de Londres alcança cerca de 2,2 milhões de libras [cerca de R$ 7,6 milhões], enquanto a pesquisa policial sobre a morte de Lady Di custou 3,7 milhões de libras [cerca de R$ 12,7 milhões].
A investigação judicial, que começou em outubro, tenta esclarecer definitivamente a morte da princesa, ocorrida em 31 de agosto de 1997, em Paris.
De acordo com as despesas divulgadas nesta terça-feira, que correrão a cargo do contribuinte britânico, o trabalho dos advogados foi o mais caro, já que superou 1 milhão de libras [cerca de R$ 3,4 milhões], mas o custo das videoconferências também foi alto.
As conferências custaram 370 mil libras [cerca de R$ 1,2 milhão], já que algumas testemunhas prestaram depoimento da França, Estados Unidos e Nigéria.
Entre os valores fornecidos não estão incluídos os gastos do milionário egípcio Mohammed al Fayed, pai de Dodi al Fayed --namorado de Diana, que morreu ao seu lado no acidente.
Ele pagou três equipes legais para defender seu argumento de que seu filho e Diana foram vítimas de uma conspiração dos serviços secretos britânicos para impedir seu casamento.
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