Mundo
25/02/2008 - 22h57

Equipes de Hillary e Obama discutem por foto do senador em traje africano

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da Efe, em Washington

Os pré-candidatos democratas à Presidência dos Estados Unidos Hillary Clinton e Barack Obama se enredaram nesta segunda-feira em uma nova disputa, desta vez pela distribuição de uma foto na qual o senador aparece vestido de traje típico tribal.

A foto, tirada em 2006 durante uma viagem de Obama ao Quênia, o país natal de seu pai, mostra o senador por Illinois usando um turbante e uma túnica branca.

O site de notícias conservador "Drudge Report" publicou a foto e afirmou que ela foi divulgada por membros da campanha de Hillary, que nesta segunda fazia um discurso sobre política externa em Washington.

Há alguns meses circula um falso boato, divulgado em e-mails, de que Obama é muçulmano, o que o senador desmentiu várias vezes.

A equipe de Obama reagiu com irritação perante a fotografia e disse que a campanha da senadora por Nova York "se envolveu na manobra mais vergonhosa, ofensiva e com a intenção de causar mais medo que vimos no seio de qualquer partido nestas eleições".

Por sua parte, a diretora de campanha da ex-primeira-dama, Maggie Williams, afirmou que se Obama "quer denunciar que uma foto na qual aparece com o traje típico somali cria divisões, deveria sentir vergonha. Hillary Clinton usou o traje típico de países que visitou e essas fotos foram publicadas em muitos lugares".

Os dois pré-candidatos democratas se verão frente a frente amanhã em Ohio, em um debate que será o 19º desde que começou a campanha eleitoral, e que acontecerá exatamente uma semana antes das primárias nesse estado e no Texas, consideradas chave para decidir quem será o candidato definitivo.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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