Mundo
27/02/2008 - 17h40

Secretário dos EUA critica posição de Obama e Hillary em relação ao Nafta

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da France Presse, na Cidade do México

O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Carlos Gutiérrez, criticou nesta quarta-feira os pré-candidatos democratas Hillary Clinton e Barack Obama por propor a revisão do Tratado de Livre Comércio da América do Norte (Nafta) com o Canadá e o México, sem, no entanto, mencionar o nome dos senadores.

"Não quero me meter nas eleições dos Estados Unidos, mas o Nafta é um acordo bem sucedido, há uma relação comercial de US$ 230 bilhões --é fácil falar, mas há muito trabalho por trás disso para alcançar este nível de comércio e investimentos", afirmou Gutiérrez em coletiva de imprensa no México.

Os aspirantes democratas à presidência dos Estados Unidos concordaram em um debate realizado na terça-feira que se um deles se tornar o próximo presidente americano, México e Canadá serão pressionados por uma renegociação do Nafta.

Ao defender o tratado regional assinado em 1994, Gutiérrez declarou que, na época da criação das equipes de trabalho para negociar o Nafta, "um dos direcionamentos fixados foi não ter que mudar leis e não recorrer ao Legislativo para renegociar o acordo".

Mais cedo, em uma reunião com o colega mexicano, Eduardo Sojo, que também defendeu o Nafta, o secretário americano disse que "acreditamos na livre iniciativa e na inovação, não iremos propor nada que possa nos isolar do resto do mundo".

Gutiérrez também afirmou ainda que, em 14 anos de Nafta, o desemprego caiu de 6,9% em 1994 para 4,9% em 2007.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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