Mundo
01/03/2008 - 00h29

Hillary e Obama intensificam luta por candidatura presidencial

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da Efe, em Washington

O senador Barack Obama acusou sua rival na disputa pela candidatura presidencial democrata, Hillary Clinton, de aplicar táticas de medo em seus esforços para ganhar as eleições primárias da próxima semana.

Em discurso de campanha no Texas, Obama se referiu a um aviso de televisão divulgado nesse Estado que mostra imagens de crianças dormindo e pergunta qual dos dois candidatos está mais preparado para responder a uma emergência nacional.

O anúncio termina com uma imagem da ex-primeira-dama falando por telefone e um anunciante que diz: "São três da madrugada e suas crianças dormem tranqüilas. Quem o senhor quer que atenda o telefone?".

O senador pelo Estado de Illinois disse que esse tipo de propaganda não é nada de novo.

"É o tipo de aviso que apela para o medo do povo para conseguir votos. Não vai dar certo desta vez porque o problema não é quem atende o telefone, o problema é qual será a reação adequada quando se responder", disse.

Em seus últimos discursos de campanha e no último debate que tiveram esta semana os pré-candidatos democratas, Hillary afirmou que Obama é um excelente orador, mas carece de experiência para enfrentar uma crise.

Também afirmou que Obama precisaria de um "manual de instruções" para resolver uma emergência nacional.

A crítica de Obama à propaganda da campanha de Hillary foi a última série na luta pela candidatura presidencial do Partido Democrata frente as cruciais primárias de terça-feira no Texas, Ohio, Vermont e Rhode Island.

O resultado dessas consultas, pelo menos no Texas e Ohio, é crucial para Hillary e uma derrota tornaria virtualmente impossível que seja designada a representante do partido para enfrentar John McCain, o provável candidato republicano, nas eleições presidenciais de novembro.

Uma pesquisa da rede de televisão Fox News aponta que Obama conta com um respaldo de 48% contra 45% de Hillary.

A pesquisa, que tem uma margem de erro de mais ou menos 4%, foi realizada entre terça e quinta-feira e assinala que o maior respaldo para o senador provém dos eleitores brancos e negros.

Para Hillary, seu maior apoio está entre as mulheres, os hispânicos e os eleitores mais velhos, mostra a pesquisa.

Em Ohio, Hillary tem uma vantagem de 46% contra 38% para Obama.

Comentários dos leitores
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 1 opinião
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Marcello Sokal (59) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (59) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
11 opiniões
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Denis Rossanez (5) 03/02/2009 13h35
Denis Rossanez (5) 03/02/2009 13h35
Como diz Alex Lima.
Com certeza o Bresil esta carente de homens como Barack Obama na política e parar de se importar com sua opnião, mas da população em geral e aplicar medidas realmente eficazes para melhorar o país.
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