Obama tenta obter apoio judeu em corrida nos EUA, diz "NYT"
da Folha Online
O senador por Illinois Barack Obama disputa com Hillary Clinton a nomeação democrata à candidatura presidencial nos Estados Unidos-- tenta obter o apoio entre os eleitores judeus, segundo reportagem do jornal americano "New York Times".
Leia a íntegra da reportagem em inglês publicada no site do jornal americano na internet.
A informação também foi veiculada neste sábado pela rede de TV Al Jazeera.
A revista americana "Newsweek" também discute a relação de Obama com os judeus em sua edição desta semana.
Segundo o "Times", ganhar a confiança dos judeus é mais difícil para Obama devido às frágeis relações entre esse eleitorado e os negros --que em sua maioria apóiam Obama.
Os judeus representam 1,7% da população adulta nos EUA, mas são importantes para o Partido Democrata, já que garantem grande parte dos fundos de campanha do partido.
De acordo com o jornal, o desafio de Obama para atingir o eleitorado judeu ficou claro na última terça-feira (26), durante debate entre Obama e Hillary em Cleveland (Ohio), quando ele foi questionado sobre o apoio que foi anunciado por Louis Farrakhan -- líder negro muçulmano que despertou polêmica nos EUA por suas opiniões extremistas e anti-semitas.
Obama afirmou que Farrakhan é anti-semita e rechaçou seu apoio. De acordo com o "Times", o senador por Illinois também enfrenta críticas por supostas declarações a respeito do sofrimento do povo palestino --que ele posteriormente disse que teriam sido reproduzidas incorretamente-- e sobre suas posições a respeito de assuntos da Relações Exteriores.
Na tentativa de conquistar o público judeu, Obama falou no último domingo (24) a líderes judeus em Cleveland e respondeu a questões sobre sua posição em relação a Israel
"Ninguém pode provar as acusações de que eu sou contrário aos interesses da segurança israelense, ou de qualquer forma quero diminuir a relação especial que [os EUA] têm com esse país", disse Obama à imprensa na quinta-feira (28) no Texas.
O pré-candidato democrata também teve de se explicar sobre rumores espalhados na internet de que ele seria muçulmano e teria assistido a aula em uma madrassa na Indonésia quando criança. Obama negou publicamente tais afirmações, reiterando que é cristão.
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Especial


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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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Com certeza o Bresil esta carente de homens como Barack Obama na política e parar de se importar com sua opnião, mas da população em geral e aplicar medidas realmente eficazes para melhorar o país.
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