Operação de Israel em Gaza mata ao menos 35 palestinos
da Folha Online
A mais recente incursão do Exército israelense no norte da faixa de Gaza deixou ao menos 35 palestinos mortos --entre eles, mulheres e crianças. A agência France Presse informou que há centenas de feridos.
A operação israelense seria uma retaliação aos ataques com foguetes do grupo extremista islâmico Hamas. Segundo a Reuters, que informa o número de mortes em ao menos 36, este é o maior ataque de Israel na faixa de Gaza desde 2005.
O chefe do setor de emergência em Gaza, Mouawiya Hassanein, afirmou que os serviços estão sobrecarregados. "Não podemos nos locomover facilmente, 12 de nossas ambulâncias estão paradas porque não temos combustível e as outras ambulâncias devem ter seus percursos marcados antecipadamente com o Exército de Israel."
"Vivemos em um clima de guerra total. Todos os dias ouvimos o som de foguetes e explosões", disse Abu Alaa, 40 anos, morador de Jabaliya. "As crianças não estão na escola e as lojas permanecem fechadas."
Repercussão
O líder no exílio do grupo Hamas, Khaled Mechaal, disse neste sábado que Israel "exagera o holocausto", referindo-se a uma declaração do vice-Ministro da Defesa de Israel, Matan Vilnai. Ontem, Vilnai afirmou que os constantes ataques com foguetes contra Israel, por parte do Hamas, podem atrair um "holocausto" para a faixa de Gaza.
"Israel usa o holocausto como pretexto para fazer o que quer", afirmou Mechaal, durante uma entrevista coletiva em Damasco, na Síria, onde vive exilado.
O presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Mahmoud Abbas, declarou hoje que a ofensiva israelense era "mais do que um holocausto".
"É impensável que a resposta israelense aos foguetes palestinos, que nós condenamos, seja terrível e assustadora", disse Abbas, que, de acordo com o seu gabinete, está tentando obter reuniões de emergência com a Liga Árabe e com o Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Lado israelense
Os grupos armados palestinos dispararam hoje cerca de trinta foguetes contra Israel, deixando três civis --entre eles, duas crianças-- feridos na cidade de Ashkélon (sul), a cerca de 10 km da faixa de Gaza, segundo a rádio militar de Israel.
Além disso, dois soldados israelenses foram mortos em Gaza, de acordo com a rede de TV Al Jazeera.
Com France Presse e Reuters
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Especial


Exemplifico, dá como manchete neste momento notícia da mais alta importância que é um atentado de palestinos contra uma escola de rabinos, equivalente ao seminário de padres católicos, na religião judia. Mas, na própria notícia, não há o espaço para os comentários!
Por isso, não custa lembrar. O Estado delinquente de Israel, somente nesta semana assassinou quase 100 palestinos nos territórios ilegalmente ocupados de gaza. Também não custa lembrar que a organização terrorista Israel, cercou, cortou luz, água ajuda, médica e de mantimentos aos pelestinos da faixa de gaza.
Agora sobreveio a vingança!
É triste que inocentes judeus (mas, nem tanto) morreram na tal escola. Mas, não dá para sentir asco ao ver a declaração de um seminarista (estudante para rabino) contar, com indisfarçável sadismo, que estava armado (pasmém, numa aula de religião) e que desferiu dois tiros na cabeça do palestino.
Sou contra a vilolência. As pendências poderiam ser resolvidas de outra forma. Não está sendo possível. Enquanto Israel estiver sendo governada por terroristas cruéis e sanguinários como este crápula Olmert, não será possível a paz.
Israel não não tem capacidade moral e intelectual de representar os judeus. Defendo a extinção de Israel e a fundação de uma Palestina multi-religiosa, governada por árabes, católicos e judeus, desarmada e aberta a todos os povos do mundo.
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Suas colocações são singelas e denodam o sentimento de fraternidade e igualdade que deveria existir entre as nações e que deveriam ser estes os princípios pelos quais se regeriam as relações entre as nações, as raças e as diversas religiões.
Infelizmente não são!
Sou daqueles que, no passado, simpatizaram com causa israelense.
Hoje não mais!
Compreendi que o sofrimento impingido aos judeus por Hitler, pela Igreja católica na idade média e por diversos povos, desde que Nabuconodosor ocupou Jerusalém e levou cativa a eleite pensante de Israel, de nada adiantou.
Este povo sofrido, não aprendeu com suas tragédias, ao invés de, tendo sua própria casa, respeitar a dos outros, resolve por vingança descontar nos palestinos todo o seu sofrimento passado. Faz aos árabes o mesmo que sofreu de sofreu de Hitler. Confina-os num gueto (a faixa de gaza). Constroi muros altos e inexpugnáveis, para cercá-los. Corta-lhes o fornecimento de serviços básicos, como luz e água. Confisca sua renda. Nem mesmo, tal qual Hitler, deixa entrar ajuda internacional.
Matam aleatoriamente resistentes palestinos, crianças, velhos, mulheres, inclusive grávidas.
A sua sanha assassina não tem limites. Matam indiscriminadamente, certos da impunidade, garantida pelo apoio incondicional dos EEUU!
Não tenho ilusões. É inútil apelar ao bom senso de quem não o tem!
Talvez reste à humanidade responder à Israel com os mesmos recursos belicistas que eles aplicam aos palestinos.
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