Mundo
01/03/2008 - 18h24

Bom momento de Barack Obama se estende a Rhode Island

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da Folha Online

Após os pré-candidatos democratas à Presidência Barack Obama e Hillary Clinton passarem as últimas duas semanas focados em fazer campanha nos Estados do Texas e Ohio, que respondem por um grande número de delegados, o pequeno Rhode Island --onde apenas 21 delegados estão em jogo-- ganhou relevância inédita na corrida democrata, segundo reportagem deste sábado do jornal "Washington Post".

Leia íntegra em inglês da reportagem publicada pelo "Post".

Os três Estados, além de Vermont, realizam prévias no próximo dia 4.

O Estado tem demonstrado apoio a Hillary. Ela e seu marido, o ex-presidente Bill Clinton, costumavam visitar Rhode Island freqüentemente quando moravam na Casa Branca.

A senadora por Nova York tem conseguido apoio de boa parte dos membros locais do partido, entre eles o senador Sheldon Whitehouse, que realizou um evento para angariar fundos para a campanha de Hillary no último domingo, e de Claiborne Pell, respeitado ex-senador de 89 anos.

Rhode Island é um Estado de população predominantemente branca, operária e católica, eleitorado que normalmente apóia Hillary, principalmente no nordeste dos EUA.

No entanto, americanos pertencentes aos grupos que apóiam a ex-primeira-dama começam a se voltar a favor do senador por Illinois.

"Eu não sei em quem votar", afirma Rudy Almada, eletricista. "Normalmente apoiaria Hillary, ela tem uma resposta séria para cada pergunta (...) mas quero ouvir mais de Obama", disse ela ao "Washignton Post.

"Agora que ele tem a atenção do país, quero ouvi-lo", disse Almada. "Deve ter algo que estou perdendo".

Almada poderá ouvir Obama no próximo sábado, quando o senador por Illinois visitará o Estado. Obama inclusive abriu um escritório de campanha em Providence, Rhode Island há duas semanas, onde tem 25 funcionários pagos.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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