Comandante rebelde que teria participado de atentado é preso no Timor Leste
da Efe, em Sydney
Um dos líderes rebeldes suspeitos de participar das tentativas de assassinato do presidente e do primeiro-ministro do Timor Leste, José Ramos Horta e Xanana Gusmão, respectivamente, se entregou neste domingo (2) às autoridades locais.
O detido, Amaro da Costa, é um dos 17 suspeitos procurados pelas Forças de Segurança por sua suposta participação nos ataques ocorridos no dia 11 de fevereiro, nos quais Ramos Horta recebeu três disparos que quase lhe custaram a vida, enquanto Gusmão saiu ileso, informou a agência australiana de notícias "AAP".
A revolta obrigou o Governo a pedir tropas de ajuda à Austrália, Malásia, Nova Zelândia e Portugal, e determinou o retorno da ONU ao território.
Gusmão pediu hoje também a rendição dos outros suspeitos, particularmente outro dirigente rebelde identificado como Gastão Salsinha, e que cooperem na restauração da ordem no país criado em maio de 2002, e onde o estado de exceção é mantido desde o mês passado.
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