Mundo
02/03/2008 - 12h32

Obama tem 4 pontos de vantagem sobre Hillary no Texas, diz pesquisa

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da Efe, em Washington

Pesquisa divulgada neste domingo aponta uma vantagem de quatro pontos percentuais do senador por Illinois Barack Obama sobre sua colega, a senadora por Nova York Hillary Clinton, nas prévias do Estado de Texas, cruciais para definir qual dos dois pré-candidatos obterá a indicação democrata à Casa Branca.

Obama tem 47% da preferência do eleitorado do Texas, contra 43% de Hillary.

Em Ohio, a pesquisa aponta empate entre Hillary e Obama. Os dois Estados realizam prévias na próxima terça-feira (4).

A sondagem, realizada para o jornal "The Houston Chronicle", confirma a pressão sobre a campanha da ex-primeira dama, cuja sobrevivência na disputa depende do resultado nas votações destes dois Estados ricos em delegados.

Obama, até agora, obteve mais delegados do que Hillary: 1.369, contra os 1.267 da senadora, segundo a rede CNN. Um dos dois candidatos precisa chegar ao número de 2.025 delegados para receber a nomeação democrata.

O senador recebeu, de acordo com a pesquisa, enorme apoio de homens, jovens e negros, no Texas. Hillary é a preferida entre hispânicos e eleitores de faixa etária mais elevada.

Hillary continua a liderar em duas regiões do Texas: no sul, que tem grande concentração de hispânicos, e no oeste do Estado, onde predominam democratas mais conservadores.

Obama conseguiu avançar entre o eleitorado feminino --reduto de Hillary--, de acordo com sondagem realizada pela empresa Zogby International.

Desde as prévias da Superterça, em 5 de fevereiro, Obama conseguiu 11 vitórias consecutivas sobre a ex-primeira dama. A campanha de Hillary reconhece que ela precisa de uma vitória convincente em pelo menos um dos dois Estados, nesta terça-feira, para se manter na disputa.

Ohio

Em Ohio, a vantagem de Hillary sobre Obama é de apenas um ponto --a diferença está dentro da margem de erro de 3,7% para mais ou para menos, e a empresa considera que nenhum dos pré-candidatos tem vantagem neste Estado.

De acordo com o presidente da Zogby International, John Zogby, Obama soube responder bem e neutralizar os ataques da campanha de Hillary.

Os eleitores democratas indecisos totalizaram 5% em Ohio e 7% no Texas.

Republicanos

No lado republicano, a pesquisa, realizada entre quinta-feira (28) e sábado (1º) mostrou uma grande vantagem nos dois Estados de John McCain sobre o ex- governador do Arkansas Mike Huckabee.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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