Obama se diz cansado dos rumores de que seria muçulmano
da Folha Online
O senador por Illinois Barack Obama disse neste domingo estar cansado de ser perguntado sobre sua religião e com os rumores de que seria muçulmano, durante campanha em Nelsonvile (Ohio).
Durante o discurso, Obama afirmou que é um "cristão devoto" que reza para Jesus Cristo todas as noites.
Ele disse ainda à audiência que sente-se "em sua própria casa" quando vai à igreja em Chicago.
Para Obama, os rumores --que incluem sugestões de que seria muçulmano-- estão sendo espalhados propositalmente por seus oponentes.
O pré-candidato teve de se explicar recentemente sobre tais rumores, espalhados na internet, de que ele seria muçulmano e teria assistido a aula em uma madrassa na Indonésia quando criança.
Uma reportagem publicada neste sábado pelo jornal "New York Times" aponta que Obama tenta também obter o apoio entre os eleitores judeus. Segundo o "Times", ganhar a confiança dos judeus é mais difícil para Obama devido às frágeis relações entre esse eleitorado e os negros --que em sua maioria o apóiam.
Os judeus representam 1,7% da população adulta nos EUA, mas são importantes para o Partido Democrata, já que garantem grande parte dos fundos de campanha do partido.
Na tentativa de conquistar o público judeu, Obama falou no último domingo (24) a líderes judeus em Cleveland e respondeu a questões sobre sua posição em relação a Israel
"Ninguém pode provar as acusações de que eu sou contrário aos interesses da segurança israelense, ou de qualquer forma quero diminuir a relação especial que [os EUA] têm com esse país", disse Obama à imprensa na quinta-feira (28) no Texas.
Leia mais
- Obama tem 4 pontos de vantagem sobre Hillary no Texas, diz pesquisa
- Bom momento de Barack Obama se estende a Rhode Island
- Jornal discute suposto favorecimento de Obama na imprensa
- Obama tenta obter apoio judeu em corrida nos EUA, diz "NYT"
- Obama e McCain trocam acusações sobre Al Qaeda
Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
avalie fechar
avalie fechar
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
avalie fechar