Mundo
02/03/2008 - 14h45

Obama se diz cansado dos rumores de que seria muçulmano

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da Folha Online

O senador por Illinois Barack Obama disse neste domingo estar cansado de ser perguntado sobre sua religião e com os rumores de que seria muçulmano, durante campanha em Nelsonvile (Ohio).

Durante o discurso, Obama afirmou que é um "cristão devoto" que reza para Jesus Cristo todas as noites.

Ele disse ainda à audiência que sente-se "em sua própria casa" quando vai à igreja em Chicago.

Para Obama, os rumores --que incluem sugestões de que seria muçulmano-- estão sendo espalhados propositalmente por seus oponentes.

O pré-candidato teve de se explicar recentemente sobre tais rumores, espalhados na internet, de que ele seria muçulmano e teria assistido a aula em uma madrassa na Indonésia quando criança.

Uma reportagem publicada neste sábado pelo jornal "New York Times" aponta que Obama tenta também obter o apoio entre os eleitores judeus. Segundo o "Times", ganhar a confiança dos judeus é mais difícil para Obama devido às frágeis relações entre esse eleitorado e os negros --que em sua maioria o apóiam.

Os judeus representam 1,7% da população adulta nos EUA, mas são importantes para o Partido Democrata, já que garantem grande parte dos fundos de campanha do partido.

Na tentativa de conquistar o público judeu, Obama falou no último domingo (24) a líderes judeus em Cleveland e respondeu a questões sobre sua posição em relação a Israel

"Ninguém pode provar as acusações de que eu sou contrário aos interesses da segurança israelense, ou de qualquer forma quero diminuir a relação especial que [os EUA] têm com esse país", disse Obama à imprensa na quinta-feira (28) no Texas.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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