Hillary e Obama defendem ação da Colômbia, mas pedem calma
da Efe, em Washington
Os pré-candidatos democratas à Casa Branca Hillary Clinton e Barack Obama defenderam nesta terça-feira as ações da Colômbia contra as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), mas pediram ao governo colombiano, bem como ao Equador e à Venezuela que resolvam suas diferenças pela via diplomática e diminuam as tensões na região.
Através de comunicados, Hillary e Obama pediram aos governos dos três países para que trabalhem de forma estreita para evitar uma escalada do conflito após a incursão militar colombiana em território equatoriano em uma operação militar promovida contra as Farc.
Hillary e Obama fizeram suas declarações antes que o governo do presidente equatoriano, Rafael Correa, decidisse romper as relações diplomáticas com a Colômbia por causa da operação.
No entanto, a senadora considerou que a ordem do presidente venezuelano, Hugo Chávez, de enviar dez batalhões para a fronteira com a Colômbia "é injustificada e perigosa", e defendeu a decisão do governo colombiano de combater grupos como as Farc.
Hillary disse que o presidente Chávez "está se colocando abertamente do lado de terroristas que ameaçam a democracia na Colômbia e a paz e segurança na região", ao apoiar e elogiar as Farc.
"Ao invés de criticar as ações da Colômbia no combate a grupos terroristas nas regiões fronteiriças, a Venezuela e o Equador devem trabalhar com seu vizinho para assegurar que seus territórios não sirvam de santuário a grupos terroristas", recomendou a senadora democrata por Nova York.
Obama destacou que o povo colombiano sofreu durante mais de quatro décadas "nas mãos de uma brutal insurgência terrorista, e o governo colombiano tem todo o direito de se defender" contra as Farc.
No entanto, o senador democrata por Illinois advertiu que a morte de Raúl Reyes na operação militar "não deve ser utilizada como pretexto para aumentar as tensões ou para ameaçar a estabilidade da região".
"Os presidentes da Colômbia, Equador, e Venezuela têm a responsabilidade de se assegurarem de que os fatos não redundem em uma espiral fora de controle, e que as disputas se resolvam pacificamente através da diplomacia ativa, com a ajuda de atores internacionais", afirmou Obama, sem dizer quem seriam esses mediadores.
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Especial



Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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