Mundo
04/03/2008 - 16h16

McCain pode confirmar nomeação republicana nesta terça

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da Folha Online

O pré-candidato republicano à Presidência dos EUA e senador pelo Estado do Arizona, John McCain, pode consolidar nesta terça-feira sua nomeação para a disputa pela Casa Branca em novembro, segundo a rede americana de TV CNN.

Nos quatro Estados em que são realizadas hoje primárias e caucus (Ohio, Texas, Vermont e Rhode Island) há 256 delegados em disputa pelos candidatos republicanos --McCain e o ex-governador do Estado do Arkansas Mike Huckabee.

O pré-candidato republicano precisa de 1.191 delegados para garantir a nomeação para disputar a presidência; McCain já conta com 1.047, enquanto Huckabee tem 247. Segundo pesquisa da Zogby International, Reuters/C-SPAN e do jornal 'The Houston Chronicle' divulgada nesta terça-feira mostrou que McCain conta com 59% da preferência dos eleitores em Ohio, contra 29% de Huckabee, e 57% no Texas, contra outros 29% de seu rival.

Segundo o analista político da CNN, Bill Schneider, é pouco provável que Huckabee impeça McCain de confirmar a nomeação para a disputa pelo republicanos, mas não é impossível. "Se Huckabee vencer nos quatro Estados com amplas margens, ele poderia impedir McCain de ficar por cima. Mas ele teria de vencer com margens bastante amplas."

Huckabee disse que permanece na disputa para ajudar o Partido Republicano a se firmar em seus valores centrais.

"Acho que muitas pessoas precisam olhar para o futuro de nosso partido. Se não estamos conseguindo alcançar os eleitores jovens, se não estamos captando as questões com as quais as pessoas se importam... então seremos um partido extinto em alguns poucos anos", disse Huckabee, segundo a CNN.

"Estão todos agindo como se tivéssemos que tomar nossa decisão hoje (...) para que a pressa? estamos a seis meses de distância da convenção e a oito da eleição", acrescentou.

No domingo (2), o jornal americano "Dallas Morning News" publicou um editorial em que manifestou apoio a Huckabee, apesar de dizer no texto que ele não tem chance de vencer a disputa pela nomeação republicana.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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