Saiba o que os pré-candidatos nos EUA pensam sobre o Irã
Colaboração para a Folha Online
Quatro Estados americanos --Ohio, Rhode Island, Texas e Vermont-- realizam hoje primárias e caucus em mais uma rodada da disputa dos pré-candidatos democratas --Hillary Clinton e Barack Obama-- e republicanos --John McCain e Mike Huckabee-- pela indicação de seus partidos para disputar a Presidência dos EUA.
Saiba como os pré-candidatos à Presidência pensam sobre o Irã:
-Republicanos
Mike Huckabee: Pretende intensificar o esforço diplomático com respeito ao Irã e encoraja mais sanções econômicas. Acredita que o presidente tem o direito de tomar decisões militares contra o Irã sem a aprovação do Congresso.
John McCain: Não votou pela resolução do Senado para pressionar a administração a declarar a Guarda Revolucionária do Irã como um grupo terrorista. Diz que a ação militar é uma opção, mas consultaria os líderes congressistas antes de agir.
Ron Paul: Votou contra o Ato de Contra-Proliferação do Irã em setembro de 2007, que pretendia aumentar as sanções e limitar a exportação de alimentos dos EUA para o país. Acredita que o presidente precisa de aprovação do Congresso antes de agir contra o Irã.
- Democratas
Hillary Clinton: Votou a favor de resolução do Senado em setembro de 2007 para invocar a administração a declarar a Guarda Revolucionária do Irã como um grupo terrorista. Defende compromissos diplomáticos com Irã, mas diz que não se encontraria com líderes de Irã, Síria, Venezuela, Cuba e Coréia do Norte no primeiro ano de presidência. "Nenhuma opção pode ser retirada da mesa (...) Nenhuma ação pode ou deve ser tomada sem autorização do Congresso", disse no Senado.
Barack Obama: Não votou pela resolução do Senado para pressionar a administração a declarar a Guarda Revolucionária do Irã como um grupo terrorista. Pretende usar os esforços diplomáticos e se encontrar com os líderes de Irã, Síria, Venezuela, Cuba e Coréia do Norte durante o primeiro ano da presidência. Afirma que não descartaria a opção militar contra o Irã.
Mike Gravel: Defende que sanções contra o Irã não funcionam e é a favor da solução diplomática. Ele se posiciona contra o confronto militar.
fonte:http://edition.cnn.com/ELECTION/2008/issues/issues.iran.html
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Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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