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04/03/2008 - 19h39

Entenda quem são os superdelegados na corrida nos EUA

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Colaboração para a Folha Online

Na corrida pela candidatura presidencial do Partido Democrata, os senadores Barack Obama e Hillary Clinton lutam pelo maior número de delegados nas prévias. Para garantir a nomeação, o candidato precisa somar 2.025 delegados de um total de 4.049 do partido.

Com a disputa acirrada, os superdelegados podem ser cruciais na escolha do candidato que concorrerá às eleições de novembro.

São quase 800 representantes que não são eleitos pela votação das primárias nos Estados. Na convenção nacional do partido, os superdelegados representam cerca de 20% dos votos que escolherão o candidato democrata.

Os superdelegados são selecionados entre o comitê nacional dos democratas, os membros do Congresso, governadores e líderes partidários de relevo -- como ex-presidentes, vice-presidentes e líderes no Congresso. Alguns deles são escolhidos nas convenções estaduais.

Os superdelegados não têm compromissos estabelecidos com nenhum candidato. Mesmo no caso de declararem apoio a algum dos pré-candidatos antes da convenção partidária, eles podem mudar seu voto a qualquer momento.

A rede de TV americana CNN estima que ao menos 238 superdelegados apoiariam a senadora Clinton, enquanto outros 194 estariam ao lado de Obama. Os superdelegados restantes ainda estão neutros, indecisos ou não declaram publicamente sua preferência.

Apesar do número maior de superdelegados agregados pela senadora, nas últimas semanas Obama obteve o apoio de superdelegados influentes como o senador Ted Kenney e John Kerry de Massachusetts.

Entre os republicanos não há superdelegados, no entanto, 123 membros do comitê nacional republicano são livres para escolherem seu candidato na convenção que acontecerá em agosto em Minneapolis. Entre eles, 70 já declaram seu apoio ao senador John Mc Cain, enquanto três estão ao lado de Mike Huckabee.

Para ser nomeado como candidato do Partido Republicano, o pré-candidato precisa de 1.191 dos 2.380 delegados.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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