Mundo
06/03/2008 - 17h12

Obama questiona falta de transparência de Hillary

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Colaboração para a Folha Online

A campanha do pré-candidato democrata Barack Obama tem um novo alvo na campanha contra a senadora Hillary Clinton: sua recusa em revelar o imposto de renda. A equipe da campanha de Obama pergunta em uma nota distribuída à imprensa na quarta-feira (5), "O que Hillary tem a esconder?", divulga a rede americana CNN.

"Em desacordo com sua má vontade em revelar seu imposto de renda, Hillary Clinton criou uma falsa imagem em sua campanha de que ela teria sido completamente investigada", a nota afirma. "Quando se trata de suas finanças pessoais, a recusa da senadora Hillary em divulgar seu imposto de renda impede a mídia e o povo americano de dar início às investigações".

Segundo a CNN, o principal estrategista da campanha de Obama, David Axelrod, também afirmou em uma coletiva nesta quarta-feira que a senadora tem um histórico de falta de transparência.

Hillary informou que só publicará seu imposto de renda caso seja nomeada candidata democrata, entretanto seu porta-voz da campanha, Howard Wolfson, indicou nesta quarta-feira que a senadora anteciparia a divulgação para meados de abril.

Ataques políticos

Na quarta-feira, Axelrod afirmou à BBC que se a campanha da adversária decidir enfatizar ''questões imobiliárias e temas éticos'', eles terão trunfos para contra-atacar.

O comentário foi uma referência aos temores de que Hillary explore o indiciamento de um antigo associado de Obama, o empresário Tony Rezko, de Chicago, acusado de fraude e malversação de fundos.

Axelrod disse que a campanha do senador responderá a possíveis ataques nos seus próprios termos. Ele disse que a senadora deve esclarecer, por exemplo, porque se recusa a apresentar sua declaração de imposto de renda e porque documentos recentemente tornados públicos e ligados ao seu período como primeira-dama ainda não foram liberados.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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