Mundo
08/03/2008 - 08h01

Wyoming realiza votações democratas neste sábado

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Colaboração para a Folha Online

O pequeno Estado de Wyoming realizará neste sábado o "caucus" democrata que decidirá 12 delegados para a convenção nacional do Partido Democrata. Wyoming não costuma ser influente nas decisões dos presidenciáveis, mas com a indecisão na escolha do candidato do partido, a votação toma maiores proporções.

De maioria republicana, o eleitorado democrata está sendo incentivada a comparecer à votação para tomar parte do importante momento político.

O governador do Estado, John Millin, disse ao jornal americano "New York Times" que quer aproveitar a ocasião para estimular o espírito político na população. "Nós vamos mostrar no sábado que os políticos e as corridas políticas não acabarão hoje, e convidar os eleitores a ajudar outros candidatos. Nós teremos listas de todas as pessoas que participaram, e este pode ser um bom começo para o futuro", afirma o confiante Millin.

Para os pré-candidatos democratas, esta será uma votação com pouca influência na disputa. Entretanto, a equipe de campanha de Hillary Clinton enviou seu marido, o ex-presidente Bill Clinton, para fazer propaganda eleitoral no Estado.

A senadora está em um bom momento após vencer as primárias em três dos quatro Estados disputados na terça-feira (4) -- Texas, Ohio e Rhode Island. O senador Barack Obama, que saiu vitorioso apenas em Vermont, segue na liderança do número de delegados.

De acordo com a rede de TV CNN, Obama tem 1.520 delegados, enquanto Hillary conseguiu 1.424. Um dois dois pré-candidatos precisa atingir no mínimo 2.025 delegados para garantir a nomeação do partido.

Próximas prévias

O alvo principal dos esforços dos dois candidatos agora é o dia 22 de abril, quando será realizada a primária no Estado da Pensilvânia, no qual ambos disputarão 188 delegados.

Antes disso, no entanto, ocorrerá terça-feira (11) primárias no Estado do Mississippi (sul), onde estarão em disputa 40 delegados.

No calendário democrata, a próxima disputa significativa depois de abril ocorrerá no dia 6 de maio, com as primárias nos Estados de Indiana (com a disputa por 84 delegados) e da Carolina do Norte (134 delegados).

No dia 3 do mesmo mês, deve ocorrer uma votação na ilha de Guam (dependência dos EUA no oceano Pacífico), que garantirá apenas 9 delegados.

Ainda em maio, no dia 13, ocorre a primária no Estado da Virgínia Ocidental, com 39 delegados em jogo, e no dia 20, nos Estados do Kentucky (60 delegados) e Oregon (65 delegados).

Em junho ocorrem primárias em Montana, no dia 3, para a disputa de 24 delegados, e em Dakota do Sul, com 23 delegados; no dia 7 ocorre um "caucus" em Porto Rico, para a disputa de 63 delegados.

Com informações da Associated Press

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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